O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Venda ambulante: A falta de fiscalização evidencia a sua desnecessidade absoluta a curto prazo!




É curioso verificar o elenco taxativo que consta do Edital respectivo.

Do mesmo fica patente que a venda ambulante de produtos contrafeitos não se encontra no elenco da venda permitida apesar de avultar por aí, desde logo no Casino.

A fiscalização da Câmara de Silves é inexistente. Provavelmente não lhes pagam horas extraordinárias, mas também provavelmente, quando se tratar da inevitabilidade de reduzir no pessoal, os respectivos serviços virão a alegar: Nós ou o caos!

Deviam lembrar-se da sua utilidade enquanto é tempo! Qualquer dia são mesmo desnecessários! Obras não existem, nem tão cedo existirão. As micro empresas, em agonia, mais cedo ou mais tarde, verão acentuadas as circunstâncias que os conduzem à morte, como tordos!

Para quê então manter a fiscalização, se a ASAE faz o resto?

Não seria curial flexibilizar os horários para que pudessem ter alguma utilidade?
É preciso ser-se engenheiro para aproveitar melhor os recursos humanos que nos custam os olhos da cara?

Brinca-se despudoradamente em Silves com os impostos dos cidadãos, como se de dinheiro mal ganho se tratasse!

3 comentários:

Anónimo disse...

Se lerem com atenção o edital verificam facilmente que a data é de 2011.

Madalena Cabrita disse...

Não é necessário ler nada para se perceber que as autoridades não tem os meios para actuar nestas situações.
Não podemos esquecer que a crise impede que as várias autoridades intervenham atempadamente.
Devemos fazer mais com menos mas às vezes não é possível.
Decorreu em Silves a Feira Medieval, um evento da maior importância para o concelho de Silves e para o Algarve, onde estiveram presentes milhares de pessoas.
É natural que a câmara de Silves tenha concentrado os seus esforços neste evento.
A critica é bem vinda mas se for construtiva.

Anónimo disse...

Não precisamos da Feira Medieval para termos no concelho milhares e milhares de pessoas!!!!Em Armação de Pêra estão, neste momento, milhares e milhares de pessoas que deixam cá muito mais do que na Feira de Silves e que merecem respeito e prioridade!!!!

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