O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

terça-feira, 23 de maio de 2017

domingo, 21 de maio de 2017

Marilu

Ouvir Maria Luís Albuquerque a querer dar lições de economia ou finanças públicas a este Governo (ou a qualquer outro); ouvi-la prever catástrofes, em tom catedrático, e depois, quando as anunciadas catástrofes se revelam afinal sucessos, reclamar para si os louros dos mesmos; ouvi-la criticar as políticas de contenção de despesa pública que anunciou fazer e não fez e preconizar agora o contrário daquilo que defendeu quando no Governo, tudo isso me tira do sério.

Ouvir a desfaçatez com que o governante cujas decisões mais caras nos saíram desde o 25 de Abril pretende dar sermões morais sobre o dinheiro mal gasto dos contribuintes é puro desplante. Ver quem (juntamente com Carlos Costa e Passos Coelho) espetou mil milhões no Banif, para no fim essa banqueta insular ir à falência e custar mais três mil; quem andou anos a fio a assistir impavidamente ao acumular de prejuízos na Caixa Geral de Depósitos; quem se decidiu a experimentar a receita (até hoje, única) de espetar cinco mil milhões na Resolução do BES e na criação do Novo Banco (que rapidamente tratou de os fazer desaparecer), vir agora chorar pelos contribuintes que serão prejudicados pela prorrogação do prazo de pagamento dos quatro mil milhões que o Estado lá meteu pelo Fundo de Resolução (e cuja exigência de pagamento agora levaria à falência o que resta de banca), é verdadeiramente gozar com a nossa cara. Ver a senhora cuja teimosia em enfrentar o Santander na questão dos swaps nos custou mais umas centenas de milhões de euros atrever-se a falar em más decisões contratuais por parte do actual Governo, reflecte bem o seu sentido de responsabilidade política. Ver a senhora que, juntamente com Vítor Gaspar e Passos Coelho, conduziu políticas que forçaram a falência de milhares de empresas viáveis, que mandou para o desemprego 400 mil pessoas e metade disso para a emigração, ter a suprema lata de vir reclamar, por pretensas reformas que não fez, a paternidade da queda da taxa de desemprego abaixo da marca dos 10% e a criação de 120 mil postos de trabalho desde que tivemos a felicidade de nos vermos livres do Governo de que a senhora fazia parte, é apostar na amnésia colectiva. Se tivesse um pingo de pudor político, já se teria há muito calado de vez ou teria emigrado daqui — lá para onde os seus revelados talentos de economista sejam reconhecidos, como fez o seu antecessor. E se o PSD ainda conseguisse manter alguma lucidez de espírito no meio do desnorte em que navega, há muito que a teria reduzido ao silêncio, em lugar de a manter como porta-voz do partido para as questões económicas. Quantos portugueses imagina o PSD que votariam agora num governo chefiado por Passos Coelho, com Maria Luís Albuquerque a ministra das Finanças, Rui Machete a ministro dos Estrangeiros, Miguel Relvas a ministro da Presidência, e por aí fora?

Compreendo que não seja fácil a posição do PSD. Para começar, em circunstâncias bem difíceis, conseguiu ganhar as eleições mas viu-se desapossado do poder que já festejava por uma jogada de mestre de António Costa e uma insólita conspiração de contrários. Mas foi também assim, recorde-se, alinhando numa ainda mais antinatural conspiração de contrários, que PSD e CDS chegaram ao poder, derrubando o Governo do PS. Depois, todas as previsões de desastre anunciadas pelo PSD, o Diabo encomendado por Passos Coelho, o insucesso “matematicamente” garantido por Maria Luís Albuquerque no cumprimento dos 2,5% de défice previstos pelo actual Governo e a anunciada inevitabilidade de um orçamento rectificativo, algures a meio de 2016, tudo saiu, não apenas furado, mas ridicularizado. O défice foi de 2%, o mais baixo da democracia (com o saldo primário mais alto da zona euro); ao contrário do que aconteceu com todos os orçamentos do Governo PSD-CDS, não houve necessidade de qualquer orçamento rectificativo por desacerto entre as previsões e a execução; e, quanto ao Diabo, estamos assim, actualmente: a maior taxa de criação de emprego da zona euro e o a terceira maior taxa de crescimento do PIB na Europa. Enfim, e mais traumático do que tudo, deve ser perceber que isto aconteceu devido a uma combinação entre as medidas virtuosas que o anterior Governo anunciou e não fez (a contenção da despesa pública, que substituiu pelo “enorme aumento de impostos”) e a adopção de outras medidas que eles haviam jurado estarem erradas, como a aposta no relançamento do consumo privado, através da devolução parcial de alguns dos rendimentos mais baixos, que o anterior Governo cortara. Ou seja: de fio a pavio, os factos e os números (que valem bem mais do que os estados de alma ou as promessas eleitorais) provaram que a política económica do anterior Governo estava errada e foi um desastre para o país e para a vida concreta de milhões de portugueses. Não o reconhecer, não aprender com os factos e manter o mesmo discurso, pretendendo ainda que os portugueses lhes reconheçam os méritos das melhoria da conjuntura devido a ter-se feito exactamente o oposto do que preconizavam, ou é desespero ou é má fé.
É certo que a conjuntura internacional, em parte, tem ajudado este Governo. Mas também ajudou antes: o petróleo estava igualmente barato, o BCE já comprava dívida portuguesa, as taxas de juro estavam igualmente baixas para os privados e o Estado estava protegido da sua subida pelas condições do resgate da troika e dispondo ainda dos 78 mil milhões que esta nos havia emprestado (e que poderiam e deveriam ter sido usados para sanear a tempo a banca). Não, o que falhou foram as políticas e a teimosia, feita altivez, em insistir nelas e “ir ainda além da troika”, logo que se começou a verificar o efeito devastador que elas tinham sobre toda a economia. Como então aqui escrevi, quem tinha falido era o Estado e, para acorrer à falência do Estado, liquidou-se a economia, sem ao menos reformar o Estado — garantindo aquilo que Paulo Portas havia solenemente prometido: que no final do mandato teriam criado condições para que Portugal nunca mais tivesse de pedir para ser resgatado. Esse perigo mantém-se, porque, infelizmente, também não é este Governo, dependente de dois partidos que só pensam em aumentar a despesa pública, que irá reformar a administração pública e as mentalidades. Em estado de necessidade, quase em rigor mortis, como estávamos em 2011, Passos Coelho e Paulo Portas tinham as condições e o dever de o fazer — o país, grande parte dele, tê-lo-ia compreendido e aceitado. Mas não o fizeram e raras vezes se pode reescrever a história. Hoje, quando o próprio FMI e a Comissão Europeia reconhecem os erros cometidos em Portugal e na Grécia, a posição de trincheira do PSD não tem nada de estóico, apenas teimosia irracional e orgulho suicidário.

É verdade que Passos e Portas governaram em condições de extremas dificuldades — herdadas e que a sua estratégia ainda agravou mais. Mas também isso não serve de desculpa, pois eles quiseram governar, sabendo ao que iam. No momento em que os dois partidos da direita se juntaram aos dois de extrema-esquerda para chumbarem o PEC4 de José Sócrates (que fora aprovado em Bruxelas e Berlim), eles sabiam três coisas: que a única alternativa que restava era um pedido de resgate à troika; que José Sócrates se demitiria; e que era muito provável que, nessas condições, PSD e CDS ganhassem as eleições e assumissem o governo. Não foram, pois, ao engano nem por sacrifício patriótico: foram por vontade de poder. O que é legítimo, mas não pode depois ser usado como desculpa para as dificuldades da governação.

Por Miguel Sousa Tavares in Expresso

sábado, 20 de maio de 2017

quinta-feira, 18 de maio de 2017

O Plano de Pormenor da Praia Grande: e os impotentes

O atual executivo municipal permanente confirma que "não se revê no conteúdo do Plano de Pormenor da Praia Grande, defendendo, antes, um projeto diferente e sustentável, que vá ao encontro do turismo de natureza, em detrimento da construção em massa, implicando a destruição de zonas sensíveis do ponto de vista ecológico".

Na sequência de notícias vindas a público a propósito da comercialização de um mega projeto turístico e imobiliário, localizado na Praia Grande, no concelho de Silves, o Município de Silves, enquanto entidade pública com atribuições e competências em matéria de ordenamento do território e urbanismo, esclareceu em comunicado que o referido projeto turístico e imobiliário, que inclui três hotéis de 4 e 5 estrelas e seis aldeamentos turísticos, num total de 3997 camas e 184.064 m2 de área de construção, assim como um campo de golfe com 18 buracos, insere-se no âmbito da execução do Plano de Pormenor da Praia Grande, que foi aprovado por deliberações da Câmara Municipal de Silves e da Assembleia Municipal de Silves, em novembro e dezembro de 2007.

O mesmo comunicado revela ainda que em abril de 2011, a empresa “Finalgarve - Sociedade de Promoção Imobiliária e Turística, S.A.”, apresentou, junto do Município de Silves, uma proposta de reparcelamento para execução da Unidade de Execução 1 do Plano de Pormenor da Praia Grande, que possui uma área territorial de 105 hectares, e que prevê a construção de três hotéis e dois aldeamentos turísticos, num total de 1847 camas, um lote comercial e um campo de golfe.

Nesta sequência a Câmara Municipal de Silves decidiu, em agosto de 2011, "dar início à execução do Plano de Pormenor da Praia Grande, e aprovar uma operação de reparcelamento/loteamento do solo em novembro de 2012, e aceitado por deliberações de 11 de setembro de 2013 e de 09 de julho de 2014, os projetos das obras de urbanização para execução da Unidade de Execução 1".

Paralelamente, em outubro de 2013, a autarquia acrescenta que "foi emitida pelo então Secretário de Estado do Ambiente uma declaração de impacte ambiental condicionada favorável, no âmbito do procedimento de avaliação de impacte ambiental do projeto", pelo que no decorrer destes factos, a “Finalgarve - Sociedade de Promoção Imobiliária e Turística, S.A.”, requereu, em 1 de julho de 2016, a emissão do alvará de licença urbanística".

Até ao momento, o referido alvará de obras não foi emitido, apesar da sua emissão consubstanciar um ato legalmente devido, atendendo ao conjunto de atos e decisões anteriormente tomadas pela Câmara Municipal.

Por outro lado, a autarquia diz no mesmo comunicado "que decorrem atualmente ações judiciais que contestam a legalidade do Plano de Pormenor da Praia Grande, dos termos de execução da Unidade de Execução 1 desse plano urbanístico, e da declaração de impacte ambiental, cujo desfecho incerto pode influenciar o projeto urbanístico, ainda que, até ao momento, não tenha havido qualquer ordem judicial de suspensão dos atos de aprovação praticados".

O atual executivo municipal permanente confirma que "não se revê no conteúdo do Plano de Pormenor da Praia Grande, defendendo, antes, um projeto diferente e sustentável, que vá ao encontro do turismo de natureza, em detrimento da construção em massa, implicando a destruição de zonas sensíveis do ponto de vista ecológico".

Finalmente é descrito no mesmo documento, que neste processo decisório, onde já existem compromissos urbanísticos assumidos por anteriores executivos, participam igualmente os vereadores não permanentes, "que têm tido uma opinião e um sentido de voto maioritário distinto do executivo municipal".

in "Algarve Primeiro"

quinta-feira, 11 de maio de 2017

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Nossa Senhora da Rocha: On the road again!

O grupo Vanguard Properties, do milionário francês Claude Berda, vai investir 12 milhões de euros na construção do White Shell Beach Resort, junto à praia de Nossa Senhora da Rocha, no litoral do concelho de Lagoa.
 
Francisco Martins, Miguel Saraiva, José Cardoso Botelho e Claude Berda, de pá na mão
A primeira pedra do empreendimento de luxo foi lançada esta terça-feira, pelo próprio empresário francês, e ainda por José Cardoso Botelho, diretor geral da Vanguard Properties em Portugal, e Francisco Martins, presidente da Câmara Municipal de Lagoa.

Nos 38 mil metros quadrados do terreno, com vista para o mar e situado a escassas centenas de metros da costa, começam hoje a ser construídos os 55 apartamentos de tipologias T1 a T2 deste empreendimento turístico de quatro estrelas, que terá ainda piscinas aquecidas (interior, exterior e de crianças), um spa, ginásio, campos de ténis e de padel e «muito espaço verde de lazer».


José Cardoso Botelho, diretor geral do grupo em Portugal, revelou ao Sul Informação que a Vanguard Properties, que é, neste momento, «o maior promotor imobiliário português», com «400 milhões de euros já investidos em Portugal» e investimentos em curso em Lisboa, Comporta e Senhora da Rocha, está «a analisar três outras oportunidades no Algarve», uma delas também no concelho de Lagoa (Benagil) e as restantes duas em Armação de Pêra (Silves) e no Vau (Portimão).


Tendo em conta as restrições à construção e criação de novos empreendimentos, devido às regras do Protal, o que a Vanguard Properties tem feito é procurar projetos já licenciados, muitas vezes atualmente nas mãos dos bancos, para os concretizar.

Foi o que aconteceu com o terreno onde vai agora surgir o White Shell Beach Resort junto à praia da Senhora da Rocha, que, segundo revelou José Cardoso Botelho ao Sul Informação, «foi comprado ao Banif», já tendo a construção «licenciada», o que facilitou e acelerou o processo.

Ainda assim, a equipa liderada pelo arquiteto Miguel Saraiva teve «seis meses para fazer um upgrade forte no projeto», para o adaptar às características dos investimentos de luxo que a Vanguard Properties prefere.

O arquiteto Miguel Saraiva, da Saraiva + Associados, explicou ao nosso jornal que o trabalho da sua equipa passou, por exemplo, por «reduzir a área de construção do projeto original, para aumento da qualidade do espaço urbano, de modo a criar um produto de excelência com um serviço de excelência».

Os apartamentos, explicou, dividem-se na realidade em «moradias com apartamentos lá dentro», de baixa densidade e altura, «porque a morfologia de toda a envolvência é também de baixa densidade e quisemos respeitar essas características».


Miguel Saraiva considera que outra das «âncoras» do projeto do White Shell Beach Resort é o projeto de paisagismo, a cargo da ProAp: «houve um cuidado de qualidade quase extremo nas áreas comuns e nos espaços verdes», que representam «uma grande fatia do investimento».

Muito satisfeito com este importante investimento no imobiliário e no turismo do concelho de Lagoa está o presidente da Câmara Francisco Martins. «Este é o tipo de projetos e de investimentos, de luxo, que queremos para Lagoa», disse o autarca ao Sul Informação.
«Este foi um projeto acarinhado pela Câmara, até porque estava em risco de se perder a licença», tendo sido necessário reunir «as três partes» (investidor, autarquia e CCDRA) para «concretizar este projeto de alta qualidade».

Francisco Martins manifestou ainda a esperança de que o grupo Vanguard Properties do milionário francês venha a «abraçar outros projetos no concelho», nomeadamente os que estão «nas mãos dos fundos imobiliários dos bancos».

A construção já começou hoje, a cargo da empresa construtora NVE Engenharias, devendo o empreendimento, na fase de obra, criar 60 postos de trabalho. Quando estiver em funcionamento, serão criados seis postos de trabalho diretos e permanentes.

Quem é Claude Berda

O empresário francês Claude Berda, naturalizado suíço desde 2013, começou por desenvolver os seus negócios na área do audiovisual, sendo o fundador e proprietário do AB Groupe, empresa editora de 21 canais de televisão em França e detentora de importantes direitos no audiovisual.

O empresário é ainda responsável por grandes investimentos no setor imobiliário, em toda a Europa. Só em Portugal, já investiu 400 milhões de euros em Lisboa, Comporta e Algarve, preparando-se para continuar.

Claude Berda é considerado um dos 100 homens mais ricos de França, tendo mesmo assumido a 71ª posição, segundo um site especializado francês.



Por Elisabete Rodrigues • 19 DE ABRIL DE 2017, in: Sulinformação

Portugal investe 20 milhões para turismo “não passar ao lado”


“Can’t skip Portugal” é o lema da campanha lançada pelo Turismo de Portugal e que, durante dois anos, vai ocupar as redes sociais em 20 mercados considerados prioritários como Reino Unido ou China. Além da visita, os vídeos propõem uma mudança de vida.



O Turismo de Portugal lançou esta terça-feira, 9 de Maio, uma campanha publicitária para conquistar mais turistas internacionais. Para tal, vai investir 20 milhões de euros.

"Can’t skip Portugal" é o lema que motiva os quatro vídeos, todos com sensivelmente três minutos, realizados por Pedro Varela. Numa tradução mais livre, a ideia que se pretende passar é a seguinte: não podes passar ao lado, não podes deixar de visitar Portugal.

O esforço publicitário será concentrado, ao longo dos próximos dois anos, nos canais digitais. "O facto de a campanha privilegiar os meios digitais, nomeadamente as redes sociais, significa também uma grande aposta no envolvimento directo das pessoas", justificou o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo.

A campanha vai chegar a 20 países. Além dos principais mercados já emissores de turistas para Portugal – Reino Unido, Alemanha, França, Espanha ou Brasil – na lista contam-se países onde Portugal tem feito um esforço para se afirmar como destino: Estados Unidos da América, China, Rússia, Canadá, Índia, Noruega, Dinamarca ou Polónia.

"Este filme foi inteiramente rodado em Dezembro, em pleno Inverno", avisam os quatro vídeos logo no início. Valorizando elementos como a luz, o calor, a água, a natureza e o património arquitectónico, Portugal quer assim afirmar-se como uma alternativa para todo o ano.

Um dos objectivos do país para a próxima década é precisamente atenuar a sazonalidade, passando-a de 37,5 para 33,5%. O feito será alcançado através da diversificação da oferta para lá do sol e praia, factor que os vídeos deixam evidenciar. E também territorialmente, já que todas as regiões portuguesas se fazem representar

A campanha lançada no Teatro São Luiz, em Lisboa, não deixa de piscar o olho aos estrangeiros que querem mudar de vida ou estudar em Portugal, fazendo um contraste com as paisagens cinzentas dos países de origem dos protagonistas dos vídeos.

No ano passado, registaram-se 11,4 milhões os hóspedes estrangeiros nos estabelecimentos hoteleiros nacionais. Pela primeira vez, o número superou o total da população portuguesa, 10,5 milhões. Os estrangeiros já representam sete em cada dez dormidas.


Por Wilson Ledo, in: Negócios.

terça-feira, 9 de maio de 2017

O novo Presidente de França escolheu Lisboa para turismo


A potencialidade do turismo e investimento em Lisboa cresce a olhos vistos, tornando a capital portuguesa um tema recorrente em diversas publicações estrangeiras como CNN, Bloomberg ou Wallpaper. Entre as boas razões para visitar a cidade estão a sua cultura variada, a paisagem magnífica e as ruas singulares, que a coloca a par de outras grandes cidades mundialmente famosas a nível turístico.

A boa fama de Lisboa tem transformado a cidade como principal destino entre os estrangeiros, em especial franceses, que para aqui viaja tanto em busca de mercados para investir (onde se destaca o imobiliário) ou de oportunidades para relaxar.

A popularidade da capital chegou aos ouvidos do novo Presidente da República de França, Emmanuel Macron, que elegeu Lisboa para turismo no final de 2016. Segundo relata o Paris Match, Macron viajou até à cidade com a esposa, Brigitte, para umas curtas férias.

O casal foi visto a passear pelas ruas lisboetas durante alguns dias entre o Natal e a passagem de Ano, antes do regresso ao trabalho - à época, Macron coordenava diversas palestras pelo seu partido En Marche! em diversas cidades europeias.

A visita do atual Presidente reforça assim o potencial que Lisboa oferece para o sector do turismo, cada vez mais apreciado pelos estrangeiros que contribui para o desenvolvimento económico e cultural da cidade.


Fonte texto e imagem: Paris Match

Publicado por Joana Cidades, in: http://www.apartamentos-lisboa.com/p3742-turismo-lisboa-atrai-emmanuel-macron.html

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