O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

sábado, 25 de agosto de 2012

Percorrendo alegremente o corredor da morte...


Em Armação de Pêra o equipamento urbano tem uma vida difícil...

Tal como as pessoas até ao advento da medicina moderna, ou nasce forte e sadio e resiste, ou tem uma vida muito curta!

Este equipamento, regra geral, vive até à sua obsolescência, o que, invariavelmente, só ocorre ao fim de muitas décadas.

Adquirindo equipamento de qualidade, mediante um dispêndio eventualmente superior, à partida, produz-se uma economia orçamental por muitos e longos exercícios, uma vez que a sua longevidade permite ao erário público beneficiar das suas utilidades por muitos e bons anos.

É claro que para que tal suceda é útil, necessário e imprescindível uma manutenção cuidada, pois caso contrário o investimento não rende o que deveria e podia.

Uma boa economia pública não prescinde de uma gestão saudável que a acautele. E os cidadãos também não, pois os seus impostos serão sempre mais pesados se houver desperdício e negligência ou dolo por parte de quem está com a "mão-na-massa".

No caso concreto da iluminação pública ainda temos a recordar a acção do snr. Pina Manique que reduziu substancialmente a criminalidade em Lisboa e Porto através da sua ferrea vontade de iluminar estas cidades.


Se estivessemos nesse tempo do Intendente Geral, Pina Manique, a Dra Isabel Soares e o snr. Rogério Pinto teriam contas a ajustar com o Ministério do Interior da época, o que redundaria no seu despedimento pela certa.

Hoje em dia, com todos os benefícios do regime democrático e republicano, dos quais não queremos prescindir, temos que assistir e sofrer as consequências, de uma administração municipal que faz da história e do senso comum, "gato sapato".

Sucede que também hoje em dia, a economia e as finanças, são a guilhotina de outros tempos e a bancarrota a sua lâmina mais afiada.

É que o malbaratar de recursos é punido com a pena de morte! Para todos nós!




1 comentário:

Anónimo disse...

O candeeiro caiu de podre?

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