Isabel Soares (PARTE II), segura de alcançar a presa, lança-se furiosamente aos votos!
Isabel Soares(PARTE I), porta-estandarte da classe politica local, aproxima-se, cautelosamente, do povo.







Marlboro pela derradeira vez visando consumir o ultimo cigarro, em acto reflexo, amachuquei a embalagem com a mão direita e abandonei-a no chão!
nunca houve democracia digna desse nome, não existem portanto sequer avós que expliquem aos seus netos como foi a sua experiência numa sociedade democrática em tempos idos e que agora voltaram.

«Suas Excelências estão contemplando ou estão simplesmente dormindo? 









Movimentam-se no meio da lixeira como se de “homeless” se tratassem! Deprimente cenário em qualquer circunstância. Numa Vila que paga impostos como se se tratasse da Quinta do Lago, uma zona de luxo, o caso muda de figura, pois não só continua deprimente como é tão violento quanto injusto e impróprio de um Estado de direito dos cidadãos, como o entendemos e de uma administração de cidadãos, eleita democraticamente por cidadãos.
O que tem Silves para recolher de Armação sabemos nós bem! Mas o que tem Silves para dar a Armação?








23 de Abril é Dia Mundial do Livro.
Comemora-se desde 1996 e por decisão da UNESCO.
A esta data está também ligado um costume Catalão de os homens oferecerem rosas às mulheres e receberem em troca livros.
Shakespeare e Cervantes, faleceram a 23 de Abril de 1616.
Dizem as estatísticas que os inquiridos que afirmam ler livros eram em 1983 de 41,7%. O número subiu em 1995 para 53,9%. Mas infelizmente em 2000 os que se afirmam leitores já são menos de metade dos portugueses (44,3%).
Ou as estatísticas mudaram de método ou o esforço que andamos a fazer para promover a leitura não anda a resultar.
E dessa população que diz ler, só pouco mais de metade (58%) estava a ler no momento em que foi inquirida.
Em números redondos só cerca de um em cada cinco portugueses é que anda a ler.
Esta é a pura e dura realidade.
Mas o tempo dedicado à leitura também tem vindo a baixar.
Deste já tão reduzido número de leitores, os que dedicam à leitura 3 ou menos horas por semana, eram 62% no ano de 2004 e baixaram para 60,9 no ano de 2005.
O número médio de livros lidos no ano de 2004 foi de 8,5 livros. Comparando com a média de livros comprados que também é de 8, ficamos com um problema a resolver.
Será possível que as bibliotecas só tenham sido responsáveis por 0,5% da leitura?
Sabemos das margens de erro das sondagens e até se compreende alguma incorrecção nas respostas que tenderão a valorizar a leitura e até a afirmação de compra.
Nesta suposição também deve estar alguma parte da explicação.
Mas mesmo assim a quota parte das bibliotecas na leitura é muito pequena.
Temos que assumir que há mais algo a fazer para além do muito que já vem sendo feito.

Fontes:
http://www.iplb.pt/pls/diplb/!main_page?l
http://www.apel.pt/default.asp?s=12159&c

Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio porque esse não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte,
depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.