O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Primeiros comentários...

I

A propósito das medidas de austeridade anunciadas pelo Primeiro Ministro e mais concretamente daquelas que tiveram como destinatários os funcionários públicos (corte no 13º e 14º meses para 2012 e 2013), dizia um amigo meu:

Troco já os 14 meses de ordenado na empresa privada onde estou empregado, pelos 12 meses de ordenado na função pública!


II

No âmbito do mesmo tema e das consequências das medidas de austeridade, dizia ainda um amigo mais velho:
Eu sou do tempo em que se ESTAVA de férias. Hoje VAI-SE de férias!

Concluiu que, quem quiser IR de férias no futuro próximo, terá necessariamente de gerir o seu orçamento pessoal, ao logo do ano, com mão-de-ferro.

Os outros FICARÃO de férias!

1 comentário:

Anónimo disse...

Troca os 12 meses no privado pelos 14 da administração pública? Tem noção de que os cantoneiros de limpeza ganham 485 euros e de que há Téc. Sup. com quase 30 anos de serviço a ganhar pouco mais de 1000 euros por mês? No privado os Engº ganham este valor ao fim de 30 anos?

Armação de Pêra em Revista

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