domingo, 14 de agosto de 2011
Os niveis medievais de Lixo encontram-se em Armação de Pêra, enquanto a Feira decorre em Silves para inglês ver...
sábado, 13 de agosto de 2011
Silves: Orçamento ROTO olha a CRISE com sobranceria. Que Deus nos valha, pois os que elegemos são incapazes!
A senhora presidenta da Câmara Municipal de Silves é uma protectora das artes, alma muito generosa, sobretudo à conta do orçamento municipal. Por mais estafado que o mesmo se encontre, há naquele, pela mão milagrosa daquela mecenática figura, sempre cabimento para mais uma despesa, por menos prioritária que seja.
Muitos conhecerão o projecto da ex Orquestra de Jazz de Lagos, agora Orquestra de Jazz do Algarve e saberão da sua qualidade que é inquestionável, bem como da importância da sua escola – o atelier de jazz e música moderna do Algarve (AJMMA).
Esta Orquestra teve durante uns anos um apoio decisivo da Câmara Municipal de Lagos, o qual, vá lá saber-se porquê, foi entretanto sonegado.
Entretanto, assegurou o fundador da OJA ao Observatório do Algarve:
“Obtivemos da autarquia de Silves os apoios que nos permitem dar continuidade ao projeto, e que se resumem à manutenção da estrutura de 3 pessoas para suporte da orquestra e escola, já que a atuação dos músicos nos concertos não está incluída”.
Algumas conclusões licitas:
- o orçamento municipal de Silves substitui o orçamento de Lagos no suporte da Orquestra de Jazz do Algarve.
- o orçamento municipal de Silves tem cabimento para mais esta despesa.
- tudo o que se tem dito acerca das dificuldades financeiras da autarquia não passam de atoardas sem qualquer fundamento porquanto o desafogo reina em Silves.
- De facto a crise não condiciona a saúde financeira do município de Silves, que o digam os inúmeros credores do mesmo e os funcionários que necessariamente não vão ver os seus contratos renovados.
Exemplos como este são abundantes pelas autarquias e governo central deste pais que é Portugal. Até quando será permitido que um conjunto de verdadeiros manjericos perfumados, distribuídos por todo o pais, continuem a agir como se de senhores feudais se tratassem, sobre os impostos que cobram aos cidadãos ou sobre o crédito que contraiem para que os cidadãos, através dos impostos, taxas, contribuições e demais alcavalas, venham a pagá-los um dia com a rentabilidade financeira dos agiotas?
São verdadeiros hooligans do erário público que urge socializar, desencrustando-os, para já, dos orçamentos, fazendo-os posteriormente frequentar cursos de formação democrática intensivos antes de poderem voltar a ser eleitos.
Deste episódio, atenta a dramática situação financeira de Silves, verdadeiramente burlesco, resta perguntar onde se encontra o contraditório nesta gestão da autarquia?
Gostaríamos de saber o que tem a dizer a oposição, já que o que os credores e os funcionários pensarão, calculamos nós!
Sobre o que as alimárias pensam e a distância a que estão da real e do futuro próximo, este exemplo chega para nos elucidar a todos!
Que Deus nos valha, porque esta gente não é capaz!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
As férias, os excessos e a Água...
Ontem abusámos! As férias são propicias a muitos excessos e o calor que as acompanha agrava muito deles.
Eis um cenário tipico:
Você vai a um bar e bebe uma cerveja, bebe a segunda, a terceira, e assim por diante...
O seu estômago manda uma mensagem ao seu cérebro, do género:
- "Espera aí ... o gajo está a beber muito líquido e já estou cheio !"
O seu estômago e cérebro não distinguem que tipo de líquido está a ser ingerido, sabem apenas que "é líquido".
Quando o cérebro recebe esta mensagem, diz:
-"Eh lá, o gajo está marado !" E manda a seguinte mensagem para os rins:
"Meu, filtra o máximo de sangue que puderes, porque o gajo está marado e está a beber muito líquido ! Vamos deitar isso tudo p'ra fora" ... e o RIM começa a fazer horas extra... filtra muito sangue e enche-se rapidamente.
Então, vem a primeira corrida à casa de banho...
Se reparar, este 1º chichi tem a cor normal, isto é, é meio amarelado, porque além de água, vêm as impurezas do sangue.
O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua a beber e o estômago manda outra mensagem ao CÉREBRO: "Meu, ele não pára! Socorro !" e o CÉREBRO envia outra mensagem ao RIM: "Meu amigo, vê a filtragem !"
O RIM começa a filtrar como um doido, só que agora, o que ele expulsa não é álcool! O que envia para a bexiga, é só ÁGUA, o líquido precioso do corpo!!! É por isso que as mijadas seguintes são transparentes: porque é água! E quanto mais se continua a beber, mais o organismo deita água para fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você vai ficando cada vez mais "passado".
Chega uma altura em que você está com um teor alcoólico tão alto, que o seu CÉREBRO fá-lo "desligar". É então que se desmaia ou adormece... Ele age assim porque pensa: "O gajo está a querer matar-se, está a meter veneno no corpo... vou pôr este doido a dormir, para ver se assim ele pára de beber e nós tentamos expulsar o álcool do corpo dele."
Enquanto você está apagado, o CÉREBRO dá a seguinte ordem ao sangue:
"É pá, já pus o gajo a dormir! Agora, temos que tirar o veneno do corpo dele. O meu plano é o seguinte: como estamos com o nível de água muito baixo, vamos passar por todos os órgãos e tirar a água deles, e assim, conseguimos deitar fora este veneno."
O SANGUE é como se fosse o moço de recados do corpo. E como um bom moço dos recados, obedece às ordens direitinho, e por isso, começa a tirar água de todos os órgãos.
Como o CÉREBRO é constituído por 75% de água, é quem mais sofre com esta "ordem", e daqui vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca...
Sabemos que na altura nem pensamos nisto, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo de água, porque à medida que fazem chichi, vão repondo a água.
Não esqueçer que...
... tomar água na hora correcta maximiza os cuidados no corpo humano ?
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.
Já agora...porque não passa esta mensagem para as pessoas de quem gosta???...
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Armação de Pêra: A perfídia dos responsáveis é cantada pelas ruas.
Ontem, durante o passeio público pelas ruas de Armação de Pêra, pudemos assistir a uma performance musical de qualidade duvidosa, mas suficientemente kitch para se tornar notada.
Entre outras musicas, destacou-se "Perfídia" do saudoso Trini Lopez, pela bela melodia, mas sobretudo pela letra.
Recorde-se o significado de perfídia: qualidade do que é pérfido; deslealdade, infidelidade, traição.
Claro que se trata de mais um choradinho de amores. Ou melhor sobre desamores. Não deixou porém de, enquanto nos alegrava a melodia que há muito não escutavamos, ver-se invocada na letra muito do que pensamos acerca do desamor que a gestão de Silves evidencia quanto a Armação e aos seus recursos naturais.
Perfídia bem pode ser a qualificação adequada para tal acção dos responsáveis pela degenerescência progressiva e sistemática da Armação de Pêra, empreendida nos últimos quarenta anos.
Cantá-la para entreter o turista é bom! Mas recordá-la para ter presente a traição à harmonia e beleza originais, não é pior!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Obras: qualidade da treta...
Sempre gostariamos de ver as reclamações feitas aos empreiteiros e a sua reparação. A primeira desconhecemos a segunda não está à vista.
É caso para o Vereador Dr. Fernando Serpa se motivar e interpelar oficialmente a Câmara de Silves para dar resposta às questões solicitadas.
Armação de Pêra: Futebol não pode cohabitar com "sem abrigo". Impõe-se dar morada à moral social!
Esperamos é que a Dra Isabel Soares tenha incluido nas contrapartidas a obter dos promotores, uma habitação social condigna para os sem abrigo que encontraram nesta "roulotte" estacionada nas imediações onde pernoitar.
Não vá Sua Majestade ser confrontada com este extrato da real durante mais uma inauguração com pompa e circunstância, como é timbre da Rainha, em permanente invocação de uma abastança e poder que são verdadeiramente virtuais.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Armação de Pêra: As árvores caiem estropiadas!
As árvores não resistem, por via da sua implantação deficiente, falta de manutenção ou selvejaria humana, vá-se lá saber!
O que sabemos bem é que a Câmara, através dos serviços (in)competentes, deveria estar atenta e prevenir este pequena razia, numa via que é maldita para a vida vegetal.
Mal vai a autarquia que vai ter de proceder à redução de pessoal. Provavelmente serão despedidos os únicos que trabalham - aqueles que tem contrato a termo-.
Em qualquer dos casos, este caso é sintomático acerca do desmazelo, falta de planeamento e execução na acção preventiva e total irresponsabilidade perante o futuro.
É que estamos em 2011, não em 1911, Senhora Presidenta!
Já ouviu falar em ambiente?
Poupe-se à resposta! Tudo leva a crer que não faz a mínima acerca do assunto!
Praia Grande: O polvo dos interesses ocultos é súbtil!
Completamente votado ao abandono e à selvejaria, o equipamento que contém a informação relevante sobre a zona da Praia Grande resiste com grande dificuldade à acção humana de mais baixo coturno!
As entidades responsáveis pela manutenção do mesmo, que serão as mesmas responsáveis pelo implante do equipamento, estão se lixando, para a sua utilidade pública (CCDR, Proalgarve, etc...). Talvez para deixarem com o abandono a impressão que um novo complexo habitacional sempre trará (?) outra vigilância...
Curiosa é também a referência à UE - invocação de quem contribuiu para a edificação do equipamento - cuja impressão resiste a todas as intempéries- humanas e naturais.
Curiosa porque coexiste com a ideia de que a UE deve continuar a apoiar quem desperdiça o dinheiro dos seus contribuintes desta forma.
O polvo dos interesses ocultos é também súbtil e preciosista, alternando com a brutalidade dos seus propósitos, a selvejaria da sua irresponsabilidade e a cegueira da sua âmbição pelo lucro fácil.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Descomprimir ao Domingo e em todos os outros dias...
Sem pôr em causa a justeza desta organização mundial do trabalho e muito menos a grandeza da sabedoria e humanismo libertário do seu autor, não podemos deixar de considerar que, face à complexidade da vida actual e à conjuntura em que a humanidade se encontra, o descanso semanal não responde integralmente às necessidades de descompressão que a intensidade do dia-a-dia careçe.
Com o advento do actual "stress", mais um produto deste sistema de desenvolvimento, resultado de uma pressão que é diária, o sistema de resistência humana que é perfeito, ainda não encontrou formas de descompressão sistemáticas, de cariz pessoal, que compensam de algum modo a agressão exterior, promovendo o relaxamento e a retoma do carril onde cada um circula, mais usadas que as ancestrais.
Millôr Fernandes, cidadão e escritor brasileiro, que, naturalmente, pensa em português, é o autor do texto que se segue, no qual, com mestria literária, nos fala de algumas descompressões pessoais mais tipicas e ancestrais...
Foda-se – por Millôr Fernandes
(adaptado)
O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à
quantidade de "foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma
pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então,
foda-se!"
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua.
Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a
ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão
matemática.
2
A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!
Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a
mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem
nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.
Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades
de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro
para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.
Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema,
e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu
correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente,
sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se
reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um
merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua
maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus
quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de
seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?
3
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar
firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a
sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para
uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de
ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor
num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo
assim como quando estás a sem documentos do carro, sem
carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a
mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”
Então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
e
foda-se!!!
Mas não desespere:
Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”
Atente no que lhe digosábado, 6 de agosto de 2011
Plano de pormenor da Praia Grande: a ignorância e a frieza de verdadeiros inimigos públicos!

A divulgação, por iniciativa do vereador Fernando Serpa, da acta da reunião extraordinária realizada em 30 de Julho de 2011 sobre o plano de pormenor da Praia Grande, voltou a colocar na ordem do dia a discussão sobre o ordenamento do território em Armação de Pêra.
Fica mais uma vez demonstrado que a preocupação da câmara de Silves e dos seus responsáveis políticos consiste em esgotar os recursos naturais da freguesia com manifesto prejuízo, no imediato para quem cá reside durante todo o ano e, mediatamente para a economia nacional que no turismo tem um activo essencial.
O seu único objectivo é sacarem as mais-valias provenientes das licenças de construção e do IMI e não o desenvolvimento integrado do concelho.
Estes autarcas vereadores ainda não entenderam que a crise da infra-estrutura urbana que desenhou e sustentou o actual desenvolvimento urbano chegou ao fim de um ciclo.
É verdade que o turismo é a actividade económica que, mesmo em crise, tem sustentado a economia nacional, mas também é verdade que o Algarve tem perdido visitantes.
A economia da região não se consegue sustentar se se continuar a basear o “desenvolvimento” no betão e no turismo de Sol e praia, bastando olhar para a taxa de desemprego que afecta a nossa região para se perceber que assim é.
Os decisores políticos, entre muitas outras ocupações, têm de ser capazes de ver mais longe, integrando no seu quadro de decisão factores, como as alterações climáticas, o aumento da classe média que hoje se verifica a nível mundial e o aumento dos custos dos combustíveis, que vão provocar alterações substanciais na forma como nos organizamos e como a economia da nossa região vai ser afectada.
Os responsáveis devem conseguir distinguir entre o que é estruturante e o que é conjuntural na consolidação do ordenamento do território – entre "estrutura"e “acção” e a sua aplicação à actividade do planeamento (dos sistemas e das praticas) e da separação entre o espaço da política e das políticas.
E se não forem capazes, têm o dever de reconhecer as suas limitações, conformando-se a procurarem ajuda de quem sabe! Como qualquer ignorante responsável!
Claro que muito ajudaria, para que tal conhecimento determinasse a acção desses responsáveis, que o sistema de governança fosse aberto, inclusivo, e legítimo como o processo de consolidação dos espaços urbanos.
Mas também para isso precisavamos de gente de outra qualidade. Poderiam continuar ignorantes embora não necessariamente, mas teriam de ser responsáveis e intelectualmente sérios.
Para a prática do planeamento, a legibilidade do sistema significa capacidade de "transportar" a visão, os desafios e os princípios estratégicos para as políticas e para os projectos que conformam essa visão, garantindo a sua credibilidade e legitimidade, ou seja, o respeito a parâmetros que asseguram direitos e deveres dos "stakeholders", a distribuição de competências, a definição de critérios (de avaliação, de responsabilização) e o controlo na distribuição de recursos, coisa que esta administração não têm, nem dá mostras de querer vir a ter.
O problema é que é esta gente que vai decidindo o futuro colectivo convencida que na legitimidade politica, que obviamente têm, cabe até o próprio suicidio!
É falso! Contribuir, directa ou indirectamente, expressa ou tácitamente, para a delapidação dos recursos naturais de Armação de Pêra, não cabe materialmente nos poderes que lhes foram conferidos e constitui um crime, tão mais grave quanto aqueles são mais escassos em resultado do conjunto de abusos anteriores.Tão mais grave quanto mais a economia nacional carece de meios, designadamente de exportação.
Trata-se, nesta conformidade, de mais uma acção de verdadeiros inimigos públicos!
Armação de Pêra: Os ratos estão de volta...
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Armação de Pêra: Dois bancos a necessitar de "ajuda"(dos contribuintes!Uma vez mais.)
A gestão desastrosa da despesa não irá conduzir o Município de Silves a bom porto.
Imposta pela Troika, a redução do número de municípios, apesar das resistências das "nomenklaturas" locais e nacionais, virá a concretizar-se a bem da redução da despesa pública e da sustentabilidade do pais.
O contribuinte, em geral agradeçe, mas muito particularmente aquele como o de Silves, que vê nessa racionalidade a possibilidade de melhorar a gestão da edilidade, até aqui entregue a uma classe política local que têm dado mostras de absoluta incapacidade para uma administração competente e total desdém pela economia das famílias do concelho.
Será portanto de esperar que o município silvense, absorvido ou numa região metropolitana do Algarve ou em novo município que o aglutine, veja diminuida a influência da nomenklatura local na administração do concelho, a bem da competência, eficiência, responsabilidade, direitos politicos, racionalidade, sustentabilidade, e dos direitos dos cidadãos-contribuintes, sobretudo os económicos.
Neste mar revolto, a redução do número de municípios, não deixa de ser um vento de esperança para muitos e para Silves concerteza!
Correio para:
Visite as Grutas
Património Natural






