O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Buraco "Negro" da Madeira



Passos, estou sem saldo Kolmi

Envia urgente para a Madeira o valor do corte do subsídio de Natal, o do aumento do IVA da electricidade e do gás e vê se arranjas mais algum.
O buraco é grande, mas foi tudo para o bem comum do povo desta nossa Madeira e não só.

1 comentário:

Anónimo disse...

Alberto João Jardim afirmou hoje que, nas próximas semanas, no Continente vão estar "entretidos, com mentiras, a falar da Madeira".

"Durante as próximas três semanas o 'rectângulo' vai estar entretido com mentiras a falar sobre a Madeira", disse o governante madeirense numa inauguração de uma estrada na freguesia do Estreito, no concelho da Calheta, na zona oeste da ilha.

E acrescentou: "Já estamos habituados a isso há trinta e tal anos, porque há muita gente com dor de cotovelo em relação ao povo madeirense. Há 30 e tal anos que há muita gente que fica fula por nós termos feito as coisas a tempo e enquanto era possível fazê-las e eles ficaram a discutir o sexo dos anjos".

Jardim declarou ainda que "neste país, que é um país que está decadente, as pessoas que trabalham e fazem obra são atacadas e os inúteis palradores do 'rectângulo' são todos eles considerados pessoas importantes ante a gargalhada do povo madeirense".

Segundo o líder insular, "não estamos no fim da história da Madeira, estamos no percurso da história da Madeira e isto é um percurso em que temos todos de reflectir".

"Porque se continuar a existir como que um conflito permanente entre o Estado português e a Região Autónoma da Madeira, penso que vai ser útil para todos encontrarmos uma solução que faça com que uns não se aborreçam com os outros e a nossa vida decorra em paz, a nossa, a deles e a de toda a gente", argumentou.

Jardim frisou ainda ter "muito orgulho no trabalho" realizado e sublinhou não ter "medo de chumbar no exame (eleições)".

O chefe do Executivo regional salientou ainda que as inaugurações "têm um objectivo de serviço público", realçando que "os dinheiros públicos são exemplarmente geridos e administrados quando se trata de investimentos que vão servir o povo e são mal administrados quando são para sustentar subsídios, vadiações, gente que não trabalha".

Para Jardim, é neste último caso que existe "gestão danosa".

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