"It is possible to organize cities to teach usefulness, social responsibility, ecological skill, the values of good work, and the higher possibilities of adulthood."
O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Haiti
Também podemos ajudar

Organizações portuguesas que estão a aceitar donativos para o Haiti:
Cáritas Portuguesa – pode fazer donativos na conta "Cáritas Ajuda Haiti", com o NIB 003506970063000753053 da Caixa Geral de Depósitos
Cruz Vermelha Portuguesa – pode fazer donativos para o Fundo de Emergência da organização em vários bancos, indicados no site http://www.cruzvermelha.pt/cvp_t/, ou por telefone para o número 760 20 22 22 de atendimento automático (custo da chamada é de 0,60€ + IVA)
Ajude a Missão de emergência da AMI no Haiti – contribua para esta missão através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672 Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços
Associação Amurt – contribua para esta organização através da conta na CGD. NIB: 0035 2168 00020393630 21 ou cheque à ordem de Amurt - Associação de Apoio Social e Humanitário, enviados para Rua Visconde de Santarém, nº 71 3º andar, Sala 1 1000 - 286 Lisboa. Mais informações em http://www.amurt.pt/donativos
Angariação de Fundos "Emergência no Haiti" da Oikos – contribua para esta campanha com transferências bancárias para o NIB: 0035 0355 00029529630 85, em conta da Caixa Geral de Depósitos.
Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura – os donativos poderão ser feitos através do número bancário 0033.0000 45207093568 05 e os bens alimentares não perecíveis e medicamentos devem ser entregues na sede da associação, na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, em Lisboa.
Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência – foi aberta uma conta destinada a recolher donativos para respostas de emergência (0046 0017 00600031123 74).

Organizações portuguesas que estão a aceitar donativos para o Haiti:
Cáritas Portuguesa – pode fazer donativos na conta "Cáritas Ajuda Haiti", com o NIB 003506970063000753053 da Caixa Geral de Depósitos
Cruz Vermelha Portuguesa – pode fazer donativos para o Fundo de Emergência da organização em vários bancos, indicados no site http://www.cruzvermelha.pt/cvp_t/, ou por telefone para o número 760 20 22 22 de atendimento automático (custo da chamada é de 0,60€ + IVA)
Ajude a Missão de emergência da AMI no Haiti – contribua para esta missão através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672 Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços
Associação Amurt – contribua para esta organização através da conta na CGD. NIB: 0035 2168 00020393630 21 ou cheque à ordem de Amurt - Associação de Apoio Social e Humanitário, enviados para Rua Visconde de Santarém, nº 71 3º andar, Sala 1 1000 - 286 Lisboa. Mais informações em http://www.amurt.pt/donativos
Angariação de Fundos "Emergência no Haiti" da Oikos – contribua para esta campanha com transferências bancárias para o NIB: 0035 0355 00029529630 85, em conta da Caixa Geral de Depósitos.
Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura – os donativos poderão ser feitos através do número bancário 0033.0000 45207093568 05 e os bens alimentares não perecíveis e medicamentos devem ser entregues na sede da associação, na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, em Lisboa.
Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência – foi aberta uma conta destinada a recolher donativos para respostas de emergência (0046 0017 00600031123 74).
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
O Sol quando nasce é para todos! Mas o que é facto é que é mais para uns que para outros...

Segundo o Instituto Geográfico Português, a região do Algarve chega a registar 3.100 horas de Sol por ano (258 dias de sol a 12horas/dia), um dos valores mais elevados de todo o continente europeu!
Este é um activo que Deus nos deu! É dele e de outros com a mesma origem que o nosso potencial turistico tem vivido.
É capaz de ter chegado a hora de nos tornarmos mais dignos destes activos naturais,protegendo-os melhor, tornando a oferta turistica e a correlativa prestação de serviços mais compaginável com a sua dimensão e qualidade,conservando o património, urbanizando com equilibrio técnico e estético,assegurando a salubridade e higiéne públicas, enfim zelando activamente pela continuidade dos frutos destes bens que nos calharam por mera obra e graça do divino Espírito Santo...
O que é que acha Senhora Presidenta da Câmara Municipal de Silves?????
Acha alguma coisa...?
Barracas em Armação de Pêra
Os desafinados também têm coração
O problema da habitação não tem estado na agenda política dos responsáveis autárquicos do nosso concelho, mas é sem dúvida, um dos problemas mais importantes, pelo reflexo na qualidade de vida das populações, que em Armação de Pêra ao contrário do que muitos julgam se encontra longe de estar resolvido, quer em termos qualitativos quer em termos quantitativos.
Se calhar, sendo considerada pelos responsáveis autarquicos, para efeitos de IMI, uma estância de luxo(???) nem lhes passa pela cabeça que aqui também existem excluidos!!!!

Infelizmente existem na nossa vila pessoas a viver em condições, que no século XXI e muito mais numa estância de veraneio cujos proprietários suportam encargos de IMI acima da média,são abjectas!
E não é um caso isolado, não: junto ao campo do Armacenense, no centro da vila, os apoios dos pescadores servem de habitação e mesmo as antigas instalações da GNR servem agora para dar guarida a um sem-abrigo.

Não estamos contra a atitude cristã do Presidente da Junta ao ter permitido o acesso ao antigo quartel, ao sem-abrigo. Na verdade nada temos contra a caridade! No entanto, enquanto a caridade não se exige a ninguém, a solidariedade pode e deve ser exigida a qualquer instância do Estado Social para o qual todos contribuimos!
E o que se exige, nestas circunstâncias, é uma avaliação rigorosa das necessidades e a sua satisfação imediata, através da atribuição de habitação social aos efectivamente carenciados, os quais, tanto quanto é possivel apurar àq vista desarmada, felizmente não são muitos.


A resolução do grave problema social de habitação exige de quem gere a Câmara de Silves outra atitude e uma definição de prioridades diferente da que actualmente é seguida.
Na verdade os custos para o erário público das "festas e romarias" eleitoralistas, seriam suficientes para o pagamento de alguns arrendamentos para estes necessitados, sobrando ainda muito para essas farras...
O problema da habitação não tem estado na agenda política dos responsáveis autárquicos do nosso concelho, mas é sem dúvida, um dos problemas mais importantes, pelo reflexo na qualidade de vida das populações, que em Armação de Pêra ao contrário do que muitos julgam se encontra longe de estar resolvido, quer em termos qualitativos quer em termos quantitativos.
Se calhar, sendo considerada pelos responsáveis autarquicos, para efeitos de IMI, uma estância de luxo(???) nem lhes passa pela cabeça que aqui também existem excluidos!!!!

Infelizmente existem na nossa vila pessoas a viver em condições, que no século XXI e muito mais numa estância de veraneio cujos proprietários suportam encargos de IMI acima da média,são abjectas!
E não é um caso isolado, não: junto ao campo do Armacenense, no centro da vila, os apoios dos pescadores servem de habitação e mesmo as antigas instalações da GNR servem agora para dar guarida a um sem-abrigo.

Não estamos contra a atitude cristã do Presidente da Junta ao ter permitido o acesso ao antigo quartel, ao sem-abrigo. Na verdade nada temos contra a caridade! No entanto, enquanto a caridade não se exige a ninguém, a solidariedade pode e deve ser exigida a qualquer instância do Estado Social para o qual todos contribuimos!
E o que se exige, nestas circunstâncias, é uma avaliação rigorosa das necessidades e a sua satisfação imediata, através da atribuição de habitação social aos efectivamente carenciados, os quais, tanto quanto é possivel apurar àq vista desarmada, felizmente não são muitos.

A resolução do grave problema social de habitação exige de quem gere a Câmara de Silves outra atitude e uma definição de prioridades diferente da que actualmente é seguida.
Na verdade os custos para o erário público das "festas e romarias" eleitoralistas, seriam suficientes para o pagamento de alguns arrendamentos para estes necessitados, sobrando ainda muito para essas farras...
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politica municipal
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Faz o que eu digo não faças o que eu faço!
O Protocolo de Quioto veio determinar uma cota máxima para as gazes de efeito de estufa (GEE) que os países desenvolvidos podem emitir.
Os países, por sua vez, criam leis que restringem as emissões de GEE. Os países ou as actividades indústriais que não conseguem atingir as metas de redução de emissão, tornam-se compradores de créditos de carbono.
As indústrias que conseguiram diminuir suas emissões abaixo das cotas determinadas podem vender, a preços de mercado, o excedente de "redução de emissão" ou "permissão de emissão" no mercado nacional ou internacional.
Os Créditos de carbono ou Redução Certificada de Emissões (RCE) são certificados emitidos para um agente que reduziu a sua emissão de gases de efeito de estufa.
Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono, que pode ser negociado no mercado internacional.
Comprar créditos de carbono no mercado corresponde aproximadamente a comprar uma permissão para emitir GEE.
Os países desenvolvidos podem estimular a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa (GEE) em países em desenvolvimento através do mercado de carbono, quando adquirem créditos de carbono provenientes destes últimos.
Neste mercado de troca de crédito do carbono, os países ricos continuam a pagar para poderem continuar a poluir, o dinheiro tudo compra.
O resultado da cimeira de Copenhaga foi disso um exemplo.

Ao compararmos a quantidade de GEE emitida por habitante pelos vários países, percebemos perfeitamente porque uns defendem a necessidade da sua redução e outros querem deixar tudo a mesma.
A emissão mundial por habitante de GEE era em 2005 de 4,22 toneladas, os países africanos emitiam 0,93 toneladas, enquanto os países desenvolvidos da OCDE emitiam 11,02 toneladas.
Em 2007 os Estados Unidos emitiram 20,44 toneladas e a Índia 1,2 toneladas.

Em 2020 as Nações Unidas estimam que a população mundial atinja os 8 biliões de pessoas. Dentro de dez anos a população mundial sofrerá um acréscimo de 1,3 biliões de pessoas que virá aumentar dramaticamente o consumo de recursos já de si escassos e em consequência a manter-se este modelo de desenvolvimento um aumento ainda maior dos GEE com as consequências sobre o ambiente que todos conhecemos.
A redução dos GEE deve ser um paradigma entendido por todos e deve começar com a mudança dos nossos comportamentos, devemos pensar em poupar os recursos naturais para garantirmos o nosso futuro.
Pedir aos mais pobres que com menos recursos vão sobrevivendo, que continuem a fazer mais esforços para reduzirem a emissão os GEE, enquanto nós continuamos perdidos no êxtase sombrio das compras recreativas e do automobilismo compulsivo a desbaratar os poucos recursos que ainda existem poluindo sem parar, não é uma solução que possa durar por muito mais tempo. Não nos podemos esquecer que hoje a maioria dos países em desenvolvimento como China e Índia são às fábricas dos países ricos, parte substancial dos gases de efeito estufa ai produzidos tem como causa os produtos que diariamente consumimos.
Um exemplo paradigmático dessa injustiça tem a ver com um projecto de redução dos GEE implementado na Índia. Os agricultores substituíram as suas bombas de água que funcionavam a gasóleo por bombas que funcionam através de pedais de bambu e por terem reduzido a emissão de GEE, recebem a miséria de meio crédito de carbono.

Como comentou Carl Jung um dos fundadores da psicologia «as pessoas não suportam realismo em excesso», continuamos à espera do milagre que resolva todos os nossos problemas.
Continuamos a acreditar, que se desejarmos uma coisa com suficiente intensidade isso se vai realizar. Desejamos por isso com ardor que ocorra dentro de pouco tempo, uma transição suave e sem interrupções dos combustíveis fósseis para os seus pretensos substitutos resolvendo-se assim os problemas causados no ambiente pelos GEE.

Os novos combustíveis e tecnologias provavelmente nunca conseguirão substituir os combustíveis fósseis ao ritmo, escala e modo como o mundo os consome actualmente, pelo que a fogosidade com que decidimos lutar pela manutenção dos estilos de vida consumistas actuais deixou de ser possível.
O nosso destino é determinado pelas escolhas que fazemos enquanto indivíduos, enquanto comunidades e nações e não nas crenças que cada um poderá ter em qualquer “ismo”.
Os países, por sua vez, criam leis que restringem as emissões de GEE. Os países ou as actividades indústriais que não conseguem atingir as metas de redução de emissão, tornam-se compradores de créditos de carbono.
As indústrias que conseguiram diminuir suas emissões abaixo das cotas determinadas podem vender, a preços de mercado, o excedente de "redução de emissão" ou "permissão de emissão" no mercado nacional ou internacional.
Os Créditos de carbono ou Redução Certificada de Emissões (RCE) são certificados emitidos para um agente que reduziu a sua emissão de gases de efeito de estufa.
Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono, que pode ser negociado no mercado internacional.
Comprar créditos de carbono no mercado corresponde aproximadamente a comprar uma permissão para emitir GEE.
Os países desenvolvidos podem estimular a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa (GEE) em países em desenvolvimento através do mercado de carbono, quando adquirem créditos de carbono provenientes destes últimos.
Neste mercado de troca de crédito do carbono, os países ricos continuam a pagar para poderem continuar a poluir, o dinheiro tudo compra.
O resultado da cimeira de Copenhaga foi disso um exemplo.

Ao compararmos a quantidade de GEE emitida por habitante pelos vários países, percebemos perfeitamente porque uns defendem a necessidade da sua redução e outros querem deixar tudo a mesma.
A emissão mundial por habitante de GEE era em 2005 de 4,22 toneladas, os países africanos emitiam 0,93 toneladas, enquanto os países desenvolvidos da OCDE emitiam 11,02 toneladas.
Em 2007 os Estados Unidos emitiram 20,44 toneladas e a Índia 1,2 toneladas.

Em 2020 as Nações Unidas estimam que a população mundial atinja os 8 biliões de pessoas. Dentro de dez anos a população mundial sofrerá um acréscimo de 1,3 biliões de pessoas que virá aumentar dramaticamente o consumo de recursos já de si escassos e em consequência a manter-se este modelo de desenvolvimento um aumento ainda maior dos GEE com as consequências sobre o ambiente que todos conhecemos.
A redução dos GEE deve ser um paradigma entendido por todos e deve começar com a mudança dos nossos comportamentos, devemos pensar em poupar os recursos naturais para garantirmos o nosso futuro.
Pedir aos mais pobres que com menos recursos vão sobrevivendo, que continuem a fazer mais esforços para reduzirem a emissão os GEE, enquanto nós continuamos perdidos no êxtase sombrio das compras recreativas e do automobilismo compulsivo a desbaratar os poucos recursos que ainda existem poluindo sem parar, não é uma solução que possa durar por muito mais tempo. Não nos podemos esquecer que hoje a maioria dos países em desenvolvimento como China e Índia são às fábricas dos países ricos, parte substancial dos gases de efeito estufa ai produzidos tem como causa os produtos que diariamente consumimos.
Um exemplo paradigmático dessa injustiça tem a ver com um projecto de redução dos GEE implementado na Índia. Os agricultores substituíram as suas bombas de água que funcionavam a gasóleo por bombas que funcionam através de pedais de bambu e por terem reduzido a emissão de GEE, recebem a miséria de meio crédito de carbono.

Como comentou Carl Jung um dos fundadores da psicologia «as pessoas não suportam realismo em excesso», continuamos à espera do milagre que resolva todos os nossos problemas.
Continuamos a acreditar, que se desejarmos uma coisa com suficiente intensidade isso se vai realizar. Desejamos por isso com ardor que ocorra dentro de pouco tempo, uma transição suave e sem interrupções dos combustíveis fósseis para os seus pretensos substitutos resolvendo-se assim os problemas causados no ambiente pelos GEE.

Os novos combustíveis e tecnologias provavelmente nunca conseguirão substituir os combustíveis fósseis ao ritmo, escala e modo como o mundo os consome actualmente, pelo que a fogosidade com que decidimos lutar pela manutenção dos estilos de vida consumistas actuais deixou de ser possível.
O nosso destino é determinado pelas escolhas que fazemos enquanto indivíduos, enquanto comunidades e nações e não nas crenças que cada um poderá ter em qualquer “ismo”.
HUMANIDADE: UM VERDADEIRO BARRIL DE PÓLVORA!
Segundo um Relatório do Estado do Mundo realizado em 2008, e se a população da Terra fosse reduzida à dimensão de uma pequena cidade de 100 habitantes, poderia observar-se a seguinte distribuição:
Que seriam:
Sendo que:
Enquanto:
E destes ainda:
Quanto à Natalidade/Mortalidade:
Sobre a instrução que teriam:
Estes números constituem um verdadeiro choque para os cidadãos dos países desenvolvidos.
Será bom atentarmos neles, pois são imprescindíveis para compreendermos o mundo e o futuro do planeta que, necessariamente, condicionam e determinarão.
Ainda é útil para concluirmos sobre a relatividade dos males gerados pela crise, por um lado e do facto de consumirmos, nós cá no hemisfério Norte, muito mais que aquilo que uma gestão cristã deste condomínio permitiria, por outro.
Os mais pessimistas ainda poderão concluir que isto assim, no estado para o qual os números apontam, não poderá durar muito!
De facto, quando sabemos que dos alimentos produzidos, 50% tem como destino o lixo e que, se o planeta tivesse um nível de desenvolvimento como o Português (38ª Economia mundial) (do qual nos queixamos amiúde), careceríamos de 2 Planetas para satisfazer as necessidades, não será de esperar grande futuro para este sistema de desenvolvimento, tal como o conhecemos, apesar dos responsáveis políticos ocidentais, com toda a sorte de remendos, pretendam que ele, qual zombie, ainda constitua um paradigma de futuro em paz e em equilíbrio.
Por quanto mais tempo? Perguntamos nós!
Como diz o Povo: “Não há pior cego que aquele que não quer ver!”
- 57 Seriam Asiáticos
- 21 Seriam Europeus
- 14 Seriam Americanos (Norte e Sul)
- 8 Seriam Africanos
- 56- Mulheres
- 44- Homens
Que seriam:
- 70- Pessoas de Cor
- 30- Pessoas Caucasianas
Sendo que:
- 6-Deles seriam donos de 59% de toda a riqueza (todos eles Americanos)
Enquanto:
- 80-Pessoas viveriam em más condições
E destes ainda:
- 50- Pessoas passariam fome
Quanto à Natalidade/Mortalidade:
- 1-Morreria, enquanto,
- 2-Nasceriam
Sobre a instrução que teriam:
- 70-Pessoas não teriam recebido qualquer instrução escolar
- 1- (Apenas uma pessoa) teria instrução escolar superior
- Sendo que só um privilegiado teria um Computador!
Estes números constituem um verdadeiro choque para os cidadãos dos países desenvolvidos.
Será bom atentarmos neles, pois são imprescindíveis para compreendermos o mundo e o futuro do planeta que, necessariamente, condicionam e determinarão.
Ainda é útil para concluirmos sobre a relatividade dos males gerados pela crise, por um lado e do facto de consumirmos, nós cá no hemisfério Norte, muito mais que aquilo que uma gestão cristã deste condomínio permitiria, por outro.
Os mais pessimistas ainda poderão concluir que isto assim, no estado para o qual os números apontam, não poderá durar muito!
De facto, quando sabemos que dos alimentos produzidos, 50% tem como destino o lixo e que, se o planeta tivesse um nível de desenvolvimento como o Português (38ª Economia mundial) (do qual nos queixamos amiúde), careceríamos de 2 Planetas para satisfazer as necessidades, não será de esperar grande futuro para este sistema de desenvolvimento, tal como o conhecemos, apesar dos responsáveis políticos ocidentais, com toda a sorte de remendos, pretendam que ele, qual zombie, ainda constitua um paradigma de futuro em paz e em equilíbrio.
Por quanto mais tempo? Perguntamos nós!
Como diz o Povo: “Não há pior cego que aquele que não quer ver!”
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