O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.
sábado, 6 de agosto de 2011
Armação de Pêra: Os ratos estão de volta...
Com o patrocínio da Câmara de Silves, para quem os quiser ver atuam todas as noites nas palmeiras no espaço que era ocupado pelo antigo mini-golfe.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Armação de Pêra: Dois bancos a necessitar de "ajuda"(dos contribuintes!Uma vez mais.)
A gestão desastrosa da despesa não irá conduzir o Município de Silves a bom porto.
Imposta pela Troika, a redução do número de municípios, apesar das resistências das "nomenklaturas" locais e nacionais, virá a concretizar-se a bem da redução da despesa pública e da sustentabilidade do pais.
O contribuinte, em geral agradeçe, mas muito particularmente aquele como o de Silves, que vê nessa racionalidade a possibilidade de melhorar a gestão da edilidade, até aqui entregue a uma classe política local que têm dado mostras de absoluta incapacidade para uma administração competente e total desdém pela economia das famílias do concelho.
Será portanto de esperar que o município silvense, absorvido ou numa região metropolitana do Algarve ou em novo município que o aglutine, veja diminuida a influência da nomenklatura local na administração do concelho, a bem da competência, eficiência, responsabilidade, direitos politicos, racionalidade, sustentabilidade, e dos direitos dos cidadãos-contribuintes, sobretudo os económicos.
Neste mar revolto, a redução do número de municípios, não deixa de ser um vento de esperança para muitos e para Silves concerteza!
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Armação de Pêra:A qualidade da Obra Pública delapida o Orçamento Municipal e o bolso do contribuinte!
A qualidade da Obra Pública é uma fonte de despesa o que, naturalmente, sobrecarrega qualquer orçamento.
O orçamento de Silves não é excepção. Cabe aqui ( e a todos os contribuintes) saber sobre a fiscalização das obras, assunto já aqui trazido sobejas vezes a propósito das obras de requalificação da frente mar.
Hoje são bem visíveis, ora aqui ora acolá, os efeitos da falta de fiscalização daquelas obras.Mais dificil é hoje denunciar os potenciais defeitos que terão ficado subterrados, nas infraestruturas, como à época evidenciámos acerca dos resultados previsíveis de práticas incorrectas.
Por isso só podemos insistir quanto aquilo que se encontra à vista de todos!
E não é pouco!
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Armação de Pêra: Grande Noite do fado
Enquanto uns tinham vista para o palco.

Outros com o patrocínio da Câmara Municipal de Silves e da Junta de Freguesia de Armação de Pêra tinham vista para o LIXO.
Outros com o patrocínio da Câmara Municipal de Silves e da Junta de Freguesia de Armação de Pêra tinham vista para o LIXO.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Armação de Pêra: Uma rotura que dura...
Os meses passam e a rotura de água mantem-se, os residendes da zona dizem que falaram várias vezes com os responsáveis da Câmara Municipal de Silves, mas até agora a resposta está à vista de todos.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Estado deplorável das passadeiras põe banhistas em risco!
O estado deplorável das passadeiras de praia põe a segurança dos banhistas em sério risco. A incúria dos responsáveis sejam eles públicos ou privados é patente. Mais patente fica a falta de fiscalização das concessões atribuidas a concessionários do vale tudo!
No ano em que se comemora o centenário do turismo, aquela que é a principal indústria exportadora portuguesa, constata-se que as preocupações com esta indústria, em muitos casos, estão ao nivel das que se terão tido em 1911, senão a um nivel inferior!
Continuando assim, iremos cantando e rindo... para a grandeza economica do inicio do século passado!
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sábado, 30 de julho de 2011
Centenário do Turismo: Para Silves recordar!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Paulo Silva e os momentos de desânimo de um resistente!
O cidadão Paulo Silva, ao longo do seu último post, coloca o dedo na ferida!
Silves não tem projecto, nem lideres que o possam conceber ou sequer estimular a sua concepção.
E, neste deserto, a responsabilidade de Isabel Soares não é exclusiva! Lamentavelmente!
O deserto a que nos referimos também não é exclusivo de Silves: estende-se ao resto do Pais e é o mesmo que tem derrotado muitos expoentes da cultura, da cidadania e da história de Portugal. Alexandre Herculano que o diga, para citarmos só um deles, sem prejuízo da grandeza da resistência de muitos outros.
Os senhores Passos Coelho e António José Seguro que nos perdoem, mas não nos conseguem estimular, muito menos entusiasmar e ainda menos acreditar que serão portadores, finalmente, de um projecto para Portugal, de um conceito estratégico para este Pais que, por acaso, é o nosso!
E cansa, acreditem que cansa vermos esta “sucessão, sucessiva de sucessos (eleitorais) que se sucedem sem cessar: um naipe de lideres que de lideres só têm a chefia de uma corja activa de medíocres [com excepções ( que confirmam a regra) daqueles que não o sendo, se deixam inebriar pelos perfumes da mediocridade de que o poder politico é fértil] cuja principal motivação é a de se alaparem a qualquer estrutura de poder institucional que lhes permita tratar da sua vidinha!
O que torna o caso do deserto silvense menos dramático ou só relativamente dramático.
Resistir por isso é antes de mais um acto de determinação contra o cansaço pessoal, o alheamento e a alienação, caro Paulo Silva. É, depois, uma rebelião contra a letargia que a frustração gerada pela sistemática acção politica inconsequente e intestina, gera em qualquer cidadão bem intencionado, desmobilizando-o. É, também, a reacção serena e firme ao sentimento de não pertença que esta gentinha incrustada por camadas – quais recifes naturais – que, objectivamente, se organizam como fortalezas do inacessível : a sociedade aberta de cujas ameaças, tão bem fala Karl Popper.
“No passarán!” diria Dolores Ibárruri, La Passionaria, um bom exemplo que constitui um tónico para o cansaço que não param de tentar infligir ao cidadão-contribuinte-eleitor-consumidor-utente.

Dizemos nós que, afinal, resistir é tão antigo como abusar de uma posição dominante. A nós cabe escolher qual o papel que queremos desempenhar nesta tão antiga luta contra o obscurantismo e os poderes que, apesar da sua frequente legitimidade formal, se encontram inumeras vezes ao serviço daquele!
Por tudo isto: ânimo Paulo Silva! Na realidade, nada do que elenca e conclui no seu post constitui verdadeiramente uma surpresa! Não acha?
Silves não tem projecto, nem lideres que o possam conceber ou sequer estimular a sua concepção.
E, neste deserto, a responsabilidade de Isabel Soares não é exclusiva! Lamentavelmente!
O deserto a que nos referimos também não é exclusivo de Silves: estende-se ao resto do Pais e é o mesmo que tem derrotado muitos expoentes da cultura, da cidadania e da história de Portugal. Alexandre Herculano que o diga, para citarmos só um deles, sem prejuízo da grandeza da resistência de muitos outros.
Os senhores Passos Coelho e António José Seguro que nos perdoem, mas não nos conseguem estimular, muito menos entusiasmar e ainda menos acreditar que serão portadores, finalmente, de um projecto para Portugal, de um conceito estratégico para este Pais que, por acaso, é o nosso!
E cansa, acreditem que cansa vermos esta “sucessão, sucessiva de sucessos (eleitorais) que se sucedem sem cessar: um naipe de lideres que de lideres só têm a chefia de uma corja activa de medíocres [com excepções ( que confirmam a regra) daqueles que não o sendo, se deixam inebriar pelos perfumes da mediocridade de que o poder politico é fértil] cuja principal motivação é a de se alaparem a qualquer estrutura de poder institucional que lhes permita tratar da sua vidinha!
O que torna o caso do deserto silvense menos dramático ou só relativamente dramático.
Resistir por isso é antes de mais um acto de determinação contra o cansaço pessoal, o alheamento e a alienação, caro Paulo Silva. É, depois, uma rebelião contra a letargia que a frustração gerada pela sistemática acção politica inconsequente e intestina, gera em qualquer cidadão bem intencionado, desmobilizando-o. É, também, a reacção serena e firme ao sentimento de não pertença que esta gentinha incrustada por camadas – quais recifes naturais – que, objectivamente, se organizam como fortalezas do inacessível : a sociedade aberta de cujas ameaças, tão bem fala Karl Popper.
“No passarán!” diria Dolores Ibárruri, La Passionaria, um bom exemplo que constitui um tónico para o cansaço que não param de tentar infligir ao cidadão-contribuinte-eleitor-consumidor-utente.

Dizemos nós que, afinal, resistir é tão antigo como abusar de uma posição dominante. A nós cabe escolher qual o papel que queremos desempenhar nesta tão antiga luta contra o obscurantismo e os poderes que, apesar da sua frequente legitimidade formal, se encontram inumeras vezes ao serviço daquele!
Por tudo isto: ânimo Paulo Silva! Na realidade, nada do que elenca e conclui no seu post constitui verdadeiramente uma surpresa! Não acha?
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
3 ª Prova de mar de Armação de Pêra
Integradas no 19.º Circuito de Mar do Algarve 2011 realiza-se no próximo dia 21 de Agosto a 3.ª Prova de Mar e 2.ª Prova de Divulgação de Armação de Pêra
As provas, com 1200 metros de distância e uma duração limite de 45 minutos, terá início às 12h00 na zona do antigo Mini-Golfe, em Armação de Pêra, também conhecida por "Gato", e termina entre a Fortaleza e o edifício da Lota.
As provas, com 1200 metros de distância e uma duração limite de 45 minutos, terá início às 12h00 na zona do antigo Mini-Golfe, em Armação de Pêra, também conhecida por "Gato", e termina entre a Fortaleza e o edifício da Lota.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Alguém nos explica?

O Estado Português vai desfazer-se de um dos seus mais impotantes activos
estratégicos, a EDP. O Governo português pretende vender a posição do
Estado, de 20,9% - a maioritária na empresa - como um único bloco aos
alemães da RWE, que deste modo passarão a deter o controlo desta Companhia.
Curiosamente, o Governo Português vai entregar o domínio da Companhia de
Electricidade Portuguesa ao Estado da Renânia Vestfália e ao Tesouro Federal
Alemão, entidades que no seu conjunto detêm, com 21%, o domínio da tal RWE.
Ou seja, em Portugal, o Estado Português não pode deter o domínio (nem
sequer acções) da EDP, mas o Estado Federal Alemão pode!!!
estratégicos, a EDP. O Governo português pretende vender a posição do
Estado, de 20,9% - a maioritária na empresa - como um único bloco aos
alemães da RWE, que deste modo passarão a deter o controlo desta Companhia.
Curiosamente, o Governo Português vai entregar o domínio da Companhia de
Electricidade Portuguesa ao Estado da Renânia Vestfália e ao Tesouro Federal
Alemão, entidades que no seu conjunto detêm, com 21%, o domínio da tal RWE.
Ou seja, em Portugal, o Estado Português não pode deter o domínio (nem
sequer acções) da EDP, mas o Estado Federal Alemão pode!!!

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segunda-feira, 25 de julho de 2011
Fuzileiros “desembarcam” em Armação de Pêra

No próximo sábado, dia 30 de Julho os Fuzileiros da Escola 1980 reúnem-se num almoço-convívio, uma grande jornada de confraternização, no Camping Canelas, em Armação de Pêra
Os interessados em participar devem contactar com António Palma (tel. 969299921).
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