O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

domingo, 27 de novembro de 2016

O Facebook, segundo um estudo dinamarquês, traz infelicidade! E esta?

Quer ser mais feliz? Deixe de ir ao Facebook
A experiência foi feita na Dinamarca. E se “algo vai mal no reino da Dinamarca”, o resto do mundo estará muito pior.
Estamos a falar de felicidade. Esse estado de alma que, segundo todos nós pensávamos até aqui, só existia em pleno naquele país. É certo e sabido que o povo dinamarquês é o mais feliz do mundo.
Por isso quando há um estudo sobre o porquê daquelas pessoas não andarem alegres, é sinal de alarme.
Morten Tromholt decidiu investigar isso mesmo na sua tese de mestrado, no final de 2015.
O pesquisador, da Universidade de Copenhaga, decidiu dividir a meio um grupo de 1095 conterrâneos: metade teve de ficar sem Facebook durante uma semana, a outra metade continuou a usar aquela rede social.
Resultados? Quem deixou o Facebook apresentou níveis mais altos de satisfação com a vida e de emoções positivas e sentiu-se menos triste. Os outros nem por isso.
Numa escala de 1 a 10, o nível de satisfação com a vida de quem estava no primeiro grupo subiu 0,56 pontos, saltando de 7,56 para 8,12. O segundo grupo só aumentou 0,08 pontos, passando de 7,67 para 7,75 no fim da experiência.
Dos integrantes do grupo que permaneceu no Facebook, 34% informaram que estavam tristes e 25% que se sentiam sozinhos. Essas percentagens correspondem a 22% e 16%, respetivamente, no grupo que se ausentou da rede social.
Também ficou mostrado que quem tirou estas ‘férias virtuais’ apresentou menos dificuldade de concentração, intensificou mais a sua vida social e teve a sensação de que estava a desperdiçar menos o seu tempo do que os que continuaram ativos.
“A maioria das pessoas usa o Facebook diariamente, mas poucos estão conscientes das consequências. Esse estudo fornece provas causais de que o uso do Facebook afeta negativamente o nosso bem-estar”, resumiu Morten Tromholt.
“Além disso foi demonstrado que os efeitos (de se ausentar) foram significativamente maiores entre os utilizadores frequentes do Facebook, os utilizadores passivos (que tendem a fazer poucas publicações) e aqueles que têm tendência a ter inveja dos outros”, escreveu Tromholt.
Agora que leu a notícia até ao fim, desligue o Facebook. Nem que seja por uns minutos. E seja feliz.


In: Move noticias

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