O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

"a próxima capital da tecnologia"?


A mega-conferência de empreendedorismo que começa na próxima semana pode ser o catalisador para um “ressurgimento” no nosso país.

Lisboa está em contagem decrescente para o Web Summit, a mega-conferência de empreendedorismo e startups de base tecnológica, que vai fazer chegar à capital do nosso país personalidades e líderes de algumas das maiores empresas do mundo. O facto de Lisboa ser a ‘casa’ do Web Summit para os próximos três anos levou a publicação inglesa The Guardian a apontar a capital como a “próxima capital da tecnologia”.

Entre as mais de 50 mil pessoas e os 200 milhões de euros para a economia portuguesa, o Web Summit pode ser o evento de apresentação de Lisboa para muitas startups e empresas tecnológicas à procura de infraestruturas que suportem o seu crescimento.

“Rendas baratas, ambiente cultural vibrante, níveis ridículos de luz solar e alta qualidade de vida podem ter atraído jovens talentos de qualquer parte do mundo nos últimos anos mas o país ainda vive sobre a sombra da crise financeira de 2007 e 2009, a recente agitação política e o crescimento económico económico tem sido mais lento que o previsto”, refere o The Guardian.

Consciente da importância do Web Summit para Portugal, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, aponta que a ideia que se quer passar é que o país “tem uma economia baseada em conhecimento e uma comunidade empreendedora que está a crescer”.

Caldeira Cabral refere ao The Guardian que Portugal está a atrair jovens empreendedores por causa do “sistema financeiro e estrutura fiscal muito competitiva para startups mas também por causa do estilo e qualidade de vida que os empreendedores encontram [no país]”.

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