O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

sábado, 27 de abril de 2013

O Maior Desafio não é mudar de vida (Já mudámos!); O Maior Desafio é mudar de dirigentes!

  
Passando em revista alguns dos muitos problemas que assolam o concelho, ganham destaque pela sua peculiaridade e sem hierarquizar, o caso da “privatização” da praia de Armação de Pêra, o caso do Museu da Cortiça e a manutenção da rega na Várzea de Benaciate.

Para destilar indignação são poucos mas muito mais que suficientes.
Pergunta: O que é que estes temas têm em comum, para além da incompetência gritante que está na sua origem?
Resposta: Insistência na irresponsabilidade!
 

Será que estas alimárias pensam poder dispor de uma oferta turística (a principal exportação portuguesa) malbaratando ou abandonando o património e a cultura em geral, especialmente no Algarve, deficitário nestes domínios complementares do "Sol e Mar", sabendo como se sabe que muito do que cativa o turista é exactamente a especialidade, o que nos define e não os lugares comuns que se encontram em qualquer destino?


Será que estas alimárias pensam que deixando aos privados o aproveitamento de qualquer défice de gestão pública, em resultado de, por exemplo: dificuldades de tesouraria, permitindo à lei da selva, à lei do mais forte ou à lei da oferta e da procura, pura e dura, a moldagem da tão necessária reforma do estado?

Será que estas alimárias ainda estão convencidos que a sustentabilidade da nossa agricultura não tem sentido porque somos um pais de serviços?


Como pensam estas alimárias que manterão a balança comercial de Portugal com o exterior positiva ? Desistindo do que podemos e devemos fazer?


Não é que estas alimárias continuam a acreditar no Pai Natal?


E de que precisamos mais para concluir que não é mudar de vida o grande desafio, mas sim mudar de dirigentes?


É que, a continuarmos com estes dirigentes, melhor será não termos nenhuns (os directores gerais asseguram o dia-a-dia e o povo faz a economia nas feiras, o que já vai sendo uma realidade generalizada); o balanço final seria provavelmente menos dramático.

Dom Sebastião está em cada um de nós e não entre o nevoeiro artificial que estas alimárias criam para nos convençer de que são imprescindiveis, justificando eruditamente a mal governança, com tiradas anglicistas de exibindo competências que claramente não têm!...

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