O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.

domingo, 26 de setembro de 2010

Guerra colonial

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3 comentários:

Major Alvega disse...

"Fernando Serpa ameaça demitir-se caso o PS Silves não tome a mesma posição que a vereação, em relação ao IMI, na AM (abstenção)".

Alguém acredita numa coisa destas vinda de quem vem?

Luís Ricardo disse...

Esta também foi a minha "guerra" estive ai na época que o filme retrata, 1967/1970,na Guiné-Bissau, na Marinha de Guerra, embarcado num dos patrulhas que aparecem no filme, a patrulhar o rio Cacheu, o NRP Sagitário. Tinha na altura, pouco mais de 20 anos!. Ainda hoje, passados mais de 40, ainda me assaltam as angústias, o sofrimento, nosso e das populações. Às vezes é bom recordar, transportam-nos à dura realidade que vivemos - e este filme é mesmo real - é como que uma catarse, precisamos rever a realidade do passado, para podermos conviver em harmonia, com os pesadelos que nos atormentam, de horror, desespero e revolta.
Eu estive lá! vi e vivi a misérias de povo inocente! e a destruição de uma juventude a quem lhe roubaram a adolescência, a inocência dos sonhos da vida, do prazer de viver,conviver e aprender- a que tinha direito de usufruir - ficamos com os traumas, os pesadelos, a revolta e sobretudo, a frustração de ter perdido a sua meninice- outros que perderam a vida, partes do corpo, a saúde para sempre- em troca de um idealismo estúpido! na defesa de um império que só existia nas cabeças e bolsos de uns senhores que viviam no conforto e bem-estar da Metrópole, e nos emanavam ordens a partir do Terreiro do Paço.Por favor! Guerra nunca mais!

Anónimo disse...

O Blogue do Fernando Serpa está de quarentena. Ninguém lhe liga. Porque será?

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