quinta-feira, 28 de abril de 2011
Esta gente(afinal) é do norte...
O assunto merece atenção e outros mais cuidados (designadamente o aproveitamento mediático que está a ser feito do mesmo pelos midea nacionais) mas aquela e aquele que o Embaixador lhe concedeu com delicadeza e acutilância merece, também pela forma, o nosso mais sincero aplauso. Por isso o publicamos.
Naturalmente que, das razões que nos colocam neste estado de necessidade, destacando as que nos dizem obviamente respeito ( o que não nos temos cansado de fazer e concernem, entre outras, à despesa descontrolada) não podemos deixar de destacar aquelas que decorrem da crise internacional, designadamente a financeira, o que só por si justifica outra solidariedade dos parceiros, sem prejuízo de carecer sobretudo de outras políticas bem mais adequadas, que tanto se impõem quanto tardam.
notas pouco diárias do embaixador português em França
terça-feira, 19 de abril de 2011
Carta a um diplomata finlandês
Caro Steinbroken
Por estes dias, recordo as noitadas em que nos cruzávamos nos salões dos Maias, no Ramalhete, às Janelas Verdes, nas tertúlias que o José Maria retratou no livro a que deu o nome daquela família. Lembro-me da generosidade com que você, diplomata finlandês, era recebido naquele cenáculo, onde, com carinho lusitano mas cosmopolita, entre mesas de whist ou numa ronda de bilhar, ou ouvindo-o a si como "barítono plenipotenciário", procurávamos atenuar a sua nórdica solidão.
Muita água passou sob as pontes. Você regressou aos gelos da sua Finlândia, eu por aqui fiquei, com a escassa fortuna que Celorico me deixou.
Há uns anos, caro Steinbroken, você escreveu-me para Lisboa, dizendo do agrado com que vira Portugal apoiar, com entusiasmo, a entrada do seu país na União Europeia. Elogiou o facto de, ao contrário de outros, não termos achado que a "finlandização" havia sido um imperdoável pecado histórico de agnosticismo estratégico, um genérico triste da "realpolitik". E recordar-se-á de eu lhe ter respondido, na volta do correio, que, conhecendo-o a si, nunca o tivera por seguidor do "better red than dead".
Noutra ocasião, você veio bater-me epistolarmente à porta, pedindo que deixasse cair uma palavra nas Necessidades, com vista a evitar que Portugal cedesse a um compreensível egoísmo, por mor dos fundos estruturais, a ponto de poder criar obstáculos aos Estados bálticos, “primos” da Escandinávia, que queriam então aceder à NATO e à União Europeia. A resposta da nossa diplomacia foi, reconheça, soberba: embora o alargamento fosse um passo que tinha em Portugal um dos países mais prejudicados, adoptávamos uma visão solidária da Europa, pelo que entendíamos que um mínimo de respeito histórico nos obrigava a acolher aqueles Estados no nosso seio. Da caixa de vodka que você me mandou, com um cartão catita, a agradecer a diligência, ainda me resta uma botelha.
Pensava partilhá-la consigo, Steinbroken, numa sua próxima vinda a Portugal, à cata de sol e de olho nos corpos morenos, Chiado abaixo. Passaríamos pelo Grémio, jantaríamos no Tavares e iríamos degustar o resto dos álcoois no meu terraço, Tejo à vista. Eu contar-lhe-ia a poética aventura eleitoral do Alencar, a carreira como banqueiro da besta do Dâmaso, o folhetim da venda da “Corneta do Diabo” à Prisa, a colaboração do Cruges com os “Deolinda”, a agitação do Gouvarinho e de outros tantos, nas lides que levam às Cortes.
Mas, agora, o que me chega? Que você foi ouvido, num dos últimos dias, passeando sob as árvores onde o verde já brota, ali na Promenade, no centro de Helsínquia, recém-saído do spa do vizinho Kämp, de braço dado com um alemão, com tiradas muito pouco simpáticas sobre Portugal e os portugueses. E que dizia você? Que, afinal, o compromisso político que a Finlândia havia dado à estabilidade do euro, que servira para a Grécia e para a Irlanda, poderia já não valer para Portugal. Ao seu lado, o alemão ecoava coisas parecidas, quiçá esquecido que o meu país, como todos os outros parceiros europeus, andou anos a pagar elevadas taxas de juro, para liquidar a fatura da reunificação da Alemanha, que hoje é, como sempre foi, o grande beneficiário do mercado interno europeu.
É triste, caro Steinbroken, é muito triste que a frieza do vosso egoísmo lhes faça esquecer que a solidariedade é uma estrada de dois sentidos. Aqui, por Portugal, estamos a atravessar uma conjuntura difícil. Outras já tivemos, todas ultrapassámos. Mais recentemente, cometemos alguns erros, revelámos fragilidades que a crise sublinhou. Pensávamos poder contar com os amigos. Ao longo dos tempos, aprendemos a ser gratos a quem nos ajuda, a ser-lhes leais quando de nós necessitam. Não somos rancorosos, porque alimentar ressentimentos mesquinhos não está na nossa maneira de ser. E sabe porquê? Porque, na vida internacional, mantemos alguns sólidos valores, os mesmos que nos permitiram sobreviver nove séculos como país, um dos mais antigos do mundo, sabia?
A vossa atitude, a vossa quebra de solidariedade, porque revela o conceito instrumental que têm da Europa, para utilizar uma frase que você repetia, entre outras platitudes árticas, pelas noites do Ramalhete, “c’est très grave, c'est excessivement grave…”.
Receba um abraço, ainda amigo, orgulhosamente (quase) mediterrânico do
João da Ega
Postado por Francisco Seixas da Costa
A não perder também os comentários em : http://duas-ou-tres.blogspot.com/2011/04/carta-um-diplomata-finlandes_19.html#ixzz1K4pkXkOr
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Armação de Pêra: Obras da treta...
Colheita de Sangue em Armação de Pêra

Associação dos Dadores de Sangue do Barlavento do Algarve promove uma colheita de sangue no dia 24 de Maio em Armação de Pêra.
A recolha terá lugar na Escola Básica 2.3 António Contreiras das 10:30 às 14:00
terça-feira, 26 de abril de 2011
Em Armação de Pêra a CMS e JF oferece lixo a quem nos visita!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Mobiliário urbano: Reutilização sim, restauro também!
É o caso desta "geração" de bancos de jardim que também se encontravam no Largo da Igreja, os quais, não sendo uma obra prima, com o restauro adequado, (o que, pelos vistos, já ia para além do talento autárquico) poderiam ter sido repostos, para prazer dos mais velhos que não têm onde se encostar quando sentados nos blocos de granito.
Apesar da bondade do principio, nem sempre é assim: é o caso dos ecopontos que não mereceram o rejuvenescimento que se justificava numa Vila turística onde foi feito um enorme investimento.
A estética em matéria de ecopontos, em Armação, não mereceu um avo que fosse.É a força de atração do lixo que resiste a sair da cena pública armacenense !
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Obras: qualidade da treta...
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Manuel Delfino Ribeiro:A devida homenagem da Vila a um Presidente exemplar, mandatário de excelência!
Maio de 1974:Tomada de Posse da Comissão Administrativa da Junta de Freguesia de Armação de Pêra. À esquerda Manuel Delfino Ribeiro, assinando o termo de posse, Luis Ricardo. Junto a Luis Ricardo:Abilio Leote Ribeiro.Em Dezembro de 1976 realizavam-se em democracia plena, as primeiras eleições autárquicas em Armação de Pêra.
Em resultado do escrutínio sairiam eleitos, como primeiro Presidente da Junta de Freguesia democraticamente eleita em Armação de Pêra, o Snr. Manuel Delfino Ribeiro, como tesoureiro o Snr. Abílio Leote Ribeiro e como secretário o Snr. Rui de Sousa Vilanova.
Pouco tempo depois de tomar posse, o Presidente, Manuel Delfino Ribeiro, filho da terra e homem enraizado profundamente na actividade do comércio do pescado, em cuja actividade atingiu notoriedade nacional, interpretando fielmente as justas aspirações da população que dependia da pesca, determinou-se com entusiasmo em promover a satisfação de algumas necessidades elementares da população.
O tempo era de acção e o Presidente era um empreendedor, generoso e voluntarista.
A premência de certas carências não se compadecia com aturadas reflexões e muito menos com os ditames da burocracia que, embora abalada, sobreviveu à mudança virando a casaca para as cores democráticas.
Empreendeu assim, logo desde a Comissão Administrativa a que presidiu, entre outras realizações, a construção de um edifício digno, esse sim definitivo, para a instalação da Lota de Pesca.
A justeza dos propósitos, a premência da sua determinação em satisfazê-los, a capacidade de realização, a vontade indómita que o compeliu ao ponto de financiar a própria construção do edifício, fizeram o resto.
E, se é certo que veio, mais tarde, a reaver os custos suportados, é sobretudo certo que todos nós sabemos que estamos a falar de uma atitude impar, a um nível sem qualquer paralelo conhecido na história desta terra.
A Armação de Pêra real, de sempre, não a Armação “de ninguém” do cosmopolitismo turístico, devedora ao homem, de uma homenagem à altura do singular exemplo de abnegação, realização, generosidade e modelo de autarca em democracia, cumpriu, no passado dia 10 do corrente, dia do 78º aniversário da freguesia, este dever, “imortalizando” o homem e o exemplo com a atribuição do seu nome a uma rua da Vila.
Singela homenagem da terra que, apesar da justiça da mesma ainda em vida, lhe continuará a dever e sobretudo ao exemplo que constituiu, a obrigação da memória futura.
Digna de registo é assim a iniciativa da Assembleia da Freguesia de Armação de Pêra que deu cumprimento à proposta – aprovada por unanimidade – de homenagear justamente o cidadão armacenense: Manuel Delfino Ribeiro, primeiro presidente da Junta de Freguesia, eleito em democracia.
A homenagem só pecou pela falta de precisão no nome do homenageado: Delfino, não Delfin!
A presença no acto do executivo da Junta de Freguesia e da direcção da Associação de Pescadores, é elucidativa sobre a natureza consensual da justa homenagem!
terça-feira, 19 de abril de 2011
FOI PEDIDO O RESGATE - um texto de Medina Carreira

Bom, dado o que está em causa é tão só o futuro dos nossos filhos e a própria sobrevivência da democracia em Portugal, não me parece exagerado perder algum tempo a desmontar a máquina de propaganda dos bandidos que se apoderaram do nosso país. Já sei que alguns de vós estão fartos de ouvir falar disto e não querem saber, que sou deprimente, etc, mas é importante perceberem que o que nos vai acontecer é, sobretudo, nossa responsabilidade porque não quisemos saber durante demasiado tempo e agora estamos com um pé dentro do abismo e já não há possibilidade de escapar.
Estou convencido que aquilo a que assistimos nos últimos dias é uma verdadeira operação militar e um crime contra a pátria (mais um). Como sabem há muito que ando nos mercados (quantos dos analistas que dizem disparates nas TVs alguma vez estiveram nos ditos mercados?) e acompanho com especial preocupação (o meu Pai diria obsessão) a situação portuguesa há vários anos. Algumas verdades inconvenientes não batem certo com a "narrativa" socialista há muito preparada e agora posta em marcha pela comunicação social como uma verdadeira operação de PsyOps, montada pelo círculo íntimo do bandido e executada pelos jornalistas e comentadores "amigos" e dependentes das prebendas do poder (quase todos infelizmente, dado o estado do "jornalismo" que temos).
Ora acredito que o plano de operações desta gente não deve andar muito longe disto:
1. Narrativa: Se Portugal aprovasse o PEC IV não haveria nenhum resgate.
Verdade: Portugal já está ligado à máquina há mais de 1 ano (O BCE todos os dias salva a banca nacional de ter que fechar as portas dando-lhe liquidez e compra obrigações Portuguesas que mais ninguém quer - senão já teriamos taxas de juro nos 20% ou mais). Ora esta situação não se podia continuar a arrastar, como é óbvio. Portugal tem que fazer o rollover de muitos milhares de milhões em dívida já daqui a umas semanas só para poder pagar salários! Sócrates sabe perfeitamente que isso é impossível e que estávamos no fim da corda. O resto é calculismo político e teatro. Como sempre fez.
2. Narrativa: Sócrates estava a defender Portugal e com ele não entrava cá o FMI.
Verdade: Portugal é que tem de se defender deste criminoso louco que levou o país para a ruína (há muito antecipada como todos sabem). A diabolização do FMI é mais uma táctica dos spin doctors de Sócrates. O FMI fará sempre parte de qualquer resgate, seja o do mecanismo do EFSF (que é o que está em vigor e foi usado pela Irlanda e pela Grécia), seja o do ESM (que está ainda em discussão entre os 27 e não se sabe quando, nem se, nem como irá ser aprovado).
3. Narrativa: Estava tudo a correr tão bem e Portugal estava fora de perigo mas vieram estes "irresponsáveis" estragar tudo.
Verdade: Perguntem aos contabilistas do BCE e da Comissão que cá estiveram a ver as contas quanto é que é o real buraco nas contas do Estado e vão cair para o lado (a seu tempo isto tudo se saberá). Alguém sinceramente fica surpreendido por descobrir que as finanças públicas estão todas marteladas e que os papéis que os socráticos enviam para Bruxelas para mostrar que são bons alunos não têm credibilidade nenhuma? E acham que lá em Bruxelas são todos parvos e não começam a desconfiar de tanto óasis em Portugal? Recordo que uma das razões pela qual a Grécia não contou com muita solidariedade alemã foi por ter martelado as contas sistematicamente, minando toda a confiança. Acham que a Goldman Sachs só fez swaps contabilísticos com Atenas? E todos sabemos que o engº relativo é um tipo rigoroso, estudioso e duma ética e honestidade à prova de bala, certo?
4. Narrativa: Os mercados castigaram Portugal devido à crise política desencadeada pela oposição. Agora, com muita pena do incansável patriota Sócrates, vem aí o resgate que seria desnecessário.
Verdade: É óbvio que os mercados não gostaram de ver o PEC chumbado (e que não tinha que ser votado, muito menos agora, mas isso leva-nos a outro ponto), mas o que eles querem saber é se a oposição vai ou não cumprir as metas acordadas à socapa por Sócrates em Bruxelas (deliberadamente feito como se fosse uma operação secreta porque esse aspecto era peça essencial da sua encenação). E já todos cá dentro e lá fora sabem que o PSD e CDS vão viabilizar as medidas de austeridade e muito mais. É impressionante como a máquina do governo conseguiu passar a mensagem lá para fora que a oposição não aceitava mais austeridade. Essa desinformação deliberada é que prejudica o país lá fora porque cria inquietação artificial sobre as metas da austeridade. Mesmo assim os mercados não tiveram nenhuma reacção intempestiva porque o que os preocupa é apenas as metas. Mais nada. O resto é folclore para consumo interno. E, tal como a queda do governo e o resgate iminente não foram surpresa para mim, também não o foram para os mercados, que já contavam com isto há muito (basta ver um gráfico dos CDS sobre Portugal nos últimos 2 anos, e especialmente nos últimos meses). Porque é que os media não dizem que a bolsa lisboeta subiu mais de 1% no dia a seguir à queda? Simples, porque não convém para a narrativa que querem vender ao nosso povo facilmente manipulável (julgam eles depois de 6 anos a fazê-lo impunemente).
Bom, há sempre mais pontos da narrativa para desmascarar mas não sei se isto é útil para alguém ou se é já óbvio para todos. E como é 5ª feira e estou a ficar irritado só a escrever sobre este assunto termino por aqui. Se quiserem que eu vá escrevendo mais digam, porque isto dá muito trabalho.
Henrique Medina Carreira
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
A saga dos lixos não nos abandona....nem o seu efeito!
Luis Ricardo Patrício, militantemente, remeteu-nos esta carta, reclamação de um cidadão amigo de Armação, por si recebida.
A questão suscitada constitui um lugar comum nas impressões do turista que nos visita. Constitui também um lugar comum no resultado da negligência com que a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal “zelam” pela praia, pela Vila, pelo destino turístico e pela economia da Vila.
Motiva esta realidade também uma palavra para os donos dos animais que se passeiam pela praia e pela Vila.
O amor que muitos cidadãos evidenciam pelos animais é estimável, mas a desconsideração a que votam os demais cidadãos, instituições administrativas, que suportam com os seus impostos e dos demais, a quem, com o seu comportamento anti higiénico e anti social, sobrecarregam com trabalho suplementar de limpeza, é desprezível.
Acusar a Junta de Freguesia e a Câmara de Silves é imprescindível e justo, pois a sua conduta é useira e vezeira pelos caminhos da irresponsabilidade de manter a sua incompetência à vista de todos.
Mas, não será por isso que deverá deixar de ser objecto de acusação, a conduta displicente dos donos dos animais.
Não se justificará, no interesse da eficiência e dos custos das incumbências da Junta e Câmara, desencadear uma campanha de sensibilização dos donos de animais para apanharem os dejectos que os seus animais deixam na via pública ou na praia?
Se não souberem como fazer, por não se tratar de uma campanha eleitoral, contactem as mesmas agencias publicitárias que elas fá-lo-ão com todo o prazer, certamente!
Eis a justificada reclamação:
Boa Tarde a todos,
Mais uma Páscoa se aproxima e com ela as férias tão desejadas por muitos, incluindo os comerciantes expectantes com a possibilidade de poder vir a ter uma facturação adicional que permita continuar com os estabelecimentos abertos e cumprir para com os seus compromissos.
Num momento de crise todos os esforços são poucos para tentar atrair pessoas a cada uma das muitas cidades do Algarve que disputam pela presença destes forasteiros que muito ou pouco sempre deixam algum dinheiro.
Albufeira embeleza os seus jardins, Portimão promove-se com campanhas de marketing impares e nós........
Este fim de semana levei os meus filhos à praia de Armação de Pêra e a verdade é que, não recorrendo a nenhum exagero, desde o passeio, na zona onde estacionei o carro, as ruas, o passadiço da praia e a própria areia da praia, encontrei dejectos de cão (muitos mesmo), fraldas, pensos, garrafas, baldes de lixo cheios......etc. ...
Ao confrontar algumas pessoas locais, disseram-me que a responsabilidade é da Junta de Freguesia.....é da Marinha....é da senhora (Qual senhora???) ....o certo é que é "MERDA" por todo o lado. E ver os miúdos brincar com canas e cócó de cão não é dos melhores cenários de ver garanto-lhes.
Conclui que "nós" em Armação de Pêra não precisamos de promover, de nos embelezar, de vestir a melhor roupa para receber as visitas, porque elas bem ou mal tem que vir para aqui porque já cá compraram casa.
Boa, continuem assim, é esse o caminho.
Certamente que todos tem uma boa desculpa, ou porque ainda não é verão, ou porque estamos em crise, ou porque a junta tem a carrinha avariada......Não se esqueçam é que nos concelhos vizinhos também existe a crise e no entanto já estão todos prontos para receber visitas e proporcionar umas boas férias.
Tenho uma casa de férias em Armação de Pêra há 10 anos e para cá venho há 20 anos. Hoje, eu e a minha mulher, decidimos colocar a nossa casa à venda.
João Filipe
Almada
sábado, 16 de abril de 2011
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