O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.
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terça-feira, 28 de novembro de 2017
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
sábado, 9 de setembro de 2017
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
sábado, 2 de setembro de 2017
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
domingo, 9 de julho de 2017
sábado, 24 de junho de 2017
Como comprar votos em véspera de eleições?
A Câmara de Silves diz-nos como...
Para uma população com cerca de 400 pessoas a câmara de Silves vai gastar um milhão de euros, o que dá mais do que 2500 euros por habitante e 3000 euros por votante, mas a compra de votos a isto obriga.
Este investimento nunca será pago pelas pessoas que vão utilizar a água que vai passar pelas condutas, a não ser que a câmara de Silves cobre tarifas diferentes aos consumidores destas duas povoações.
Este investimento vai levar mais de 80 anos a ser pago, um período de tempo muito superior à vida útil dos materiais de que vão ser construídas as condutas.
Porque é que há dinheiro para Silves e Messines e para outras freguesias do concelho não?
Armação de Pera necessita de investir uns milhões na reabilitação das condutas para reduzir as perdas e acabar com as interrupções do serviço e a falta de água crónica nos meses de verão, mas continuamos a ser contribuintes líquidos, lá vai mais uma parte dos impostos do povo de Armação de Pera comprar os votos de outros fregueses.
Aqui vai a notícia:
"São quase 14 quilómetros de condutas que vão ser construídas pela Câmara de Silves para levar água até às povoações de Benaciate e Lavajo, na freguesia de São Bartolomeu de Messines. O concurso público da empreitada foi lançado na passada terça-feira, estando em causa um investimento de um milhão de euros, comparticipado a 85% por fundos comunitários. "É uma obra que tem sido pedida ao longo dos anos pelas populações", refere ao CM Rosa Palma, presidente da autarquia, adiantando que atualmente as mais de quatro centenas de pessoas que vivem nestas duas povoações têm de recorrer "a furos" para terem água em casa, dado que não existe ainda rede pública de abastecimento. Segundo consta no concurso público, a obra será adjudicada à empresa que apresentar um preço mais baixo. O prazo previsto para a execução da empreitada é de seis meses. Rosa Palma reconhece que, além de Benaciate e Lavajo, existem outras povoações do concelho que ainda não dispõem de rede de abastecimento de água, mas frisa que não é possível fazer tudo ao mesmo tempo. "Há que ir aos poucos para que seja executável", defende a autarca. Em simultâneo, a autarquia tem vindo a desenvolver trabalhos de requalificação da rede existente, através da substituição de condutas antigas em fibrocimento, nomeadamente em Silves, São Bartolomeu de Messines e Armação de Pera. "Não é algo que seja visível, mas é muito importante", considera a presidente da Câmara de Silves, acrescentando que a remodelação da rede de abastecimento já permitiu reduzir o número de roturas em condutas e o desperdício de água, embora as perdas ainda atinjam valores em torno dos "40%".
Para uma população com cerca de 400 pessoas a câmara de Silves vai gastar um milhão de euros, o que dá mais do que 2500 euros por habitante e 3000 euros por votante, mas a compra de votos a isto obriga.
Este investimento nunca será pago pelas pessoas que vão utilizar a água que vai passar pelas condutas, a não ser que a câmara de Silves cobre tarifas diferentes aos consumidores destas duas povoações.
Este investimento vai levar mais de 80 anos a ser pago, um período de tempo muito superior à vida útil dos materiais de que vão ser construídas as condutas.
Porque é que há dinheiro para Silves e Messines e para outras freguesias do concelho não?
Armação de Pera necessita de investir uns milhões na reabilitação das condutas para reduzir as perdas e acabar com as interrupções do serviço e a falta de água crónica nos meses de verão, mas continuamos a ser contribuintes líquidos, lá vai mais uma parte dos impostos do povo de Armação de Pera comprar os votos de outros fregueses.
Aqui vai a notícia:
"São quase 14 quilómetros de condutas que vão ser construídas pela Câmara de Silves para levar água até às povoações de Benaciate e Lavajo, na freguesia de São Bartolomeu de Messines. O concurso público da empreitada foi lançado na passada terça-feira, estando em causa um investimento de um milhão de euros, comparticipado a 85% por fundos comunitários. "É uma obra que tem sido pedida ao longo dos anos pelas populações", refere ao CM Rosa Palma, presidente da autarquia, adiantando que atualmente as mais de quatro centenas de pessoas que vivem nestas duas povoações têm de recorrer "a furos" para terem água em casa, dado que não existe ainda rede pública de abastecimento. Segundo consta no concurso público, a obra será adjudicada à empresa que apresentar um preço mais baixo. O prazo previsto para a execução da empreitada é de seis meses. Rosa Palma reconhece que, além de Benaciate e Lavajo, existem outras povoações do concelho que ainda não dispõem de rede de abastecimento de água, mas frisa que não é possível fazer tudo ao mesmo tempo. "Há que ir aos poucos para que seja executável", defende a autarca. Em simultâneo, a autarquia tem vindo a desenvolver trabalhos de requalificação da rede existente, através da substituição de condutas antigas em fibrocimento, nomeadamente em Silves, São Bartolomeu de Messines e Armação de Pera. "Não é algo que seja visível, mas é muito importante", considera a presidente da Câmara de Silves, acrescentando que a remodelação da rede de abastecimento já permitiu reduzir o número de roturas em condutas e o desperdício de água, embora as perdas ainda atinjam valores em torno dos "40%".
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sexta-feira, 2 de junho de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
segunda-feira, 29 de maio de 2017
quinta-feira, 18 de maio de 2017
O Plano de Pormenor da Praia Grande: e os impotentes
O atual executivo municipal permanente confirma que "não se revê no conteúdo do Plano de Pormenor da Praia Grande, defendendo, antes, um projeto diferente e sustentável, que vá ao encontro do turismo de natureza, em detrimento da construção em massa, implicando a destruição de zonas sensíveis do ponto de vista ecológico".
Na sequência de notícias vindas a público a propósito da comercialização de um mega projeto turístico e imobiliário, localizado na Praia Grande, no concelho de Silves, o Município de Silves, enquanto entidade pública com atribuições e competências em matéria de ordenamento do território e urbanismo, esclareceu em comunicado que o referido projeto turístico e imobiliário, que inclui três hotéis de 4 e 5 estrelas e seis aldeamentos turísticos, num total de 3997 camas e 184.064 m2 de área de construção, assim como um campo de golfe com 18 buracos, insere-se no âmbito da execução do Plano de Pormenor da Praia Grande, que foi aprovado por deliberações da Câmara Municipal de Silves e da Assembleia Municipal de Silves, em novembro e dezembro de 2007.
O mesmo comunicado revela ainda que em abril de 2011, a empresa “Finalgarve - Sociedade de Promoção Imobiliária e Turística, S.A.”, apresentou, junto do Município de Silves, uma proposta de reparcelamento para execução da Unidade de Execução 1 do Plano de Pormenor da Praia Grande, que possui uma área territorial de 105 hectares, e que prevê a construção de três hotéis e dois aldeamentos turísticos, num total de 1847 camas, um lote comercial e um campo de golfe.
Nesta sequência a Câmara Municipal de Silves decidiu, em agosto de 2011, "dar início à execução do Plano de Pormenor da Praia Grande, e aprovar uma operação de reparcelamento/loteamento do solo em novembro de 2012, e aceitado por deliberações de 11 de setembro de 2013 e de 09 de julho de 2014, os projetos das obras de urbanização para execução da Unidade de Execução 1".
Paralelamente, em outubro de 2013, a autarquia acrescenta que "foi emitida pelo então Secretário de Estado do Ambiente uma declaração de impacte ambiental condicionada favorável, no âmbito do procedimento de avaliação de impacte ambiental do projeto", pelo que no decorrer destes factos, a “Finalgarve - Sociedade de Promoção Imobiliária e Turística, S.A.”, requereu, em 1 de julho de 2016, a emissão do alvará de licença urbanística".
Até ao momento, o referido alvará de obras não foi emitido, apesar da sua emissão consubstanciar um ato legalmente devido, atendendo ao conjunto de atos e decisões anteriormente tomadas pela Câmara Municipal.
Por outro lado, a autarquia diz no mesmo comunicado "que decorrem atualmente ações judiciais que contestam a legalidade do Plano de Pormenor da Praia Grande, dos termos de execução da Unidade de Execução 1 desse plano urbanístico, e da declaração de impacte ambiental, cujo desfecho incerto pode influenciar o projeto urbanístico, ainda que, até ao momento, não tenha havido qualquer ordem judicial de suspensão dos atos de aprovação praticados".
O atual executivo municipal permanente confirma que "não se revê no conteúdo do Plano de Pormenor da Praia Grande, defendendo, antes, um projeto diferente e sustentável, que vá ao encontro do turismo de natureza, em detrimento da construção em massa, implicando a destruição de zonas sensíveis do ponto de vista ecológico".
Finalmente é descrito no mesmo documento, que neste processo decisório, onde já existem compromissos urbanísticos assumidos por anteriores executivos, participam igualmente os vereadores não permanentes, "que têm tido uma opinião e um sentido de voto maioritário distinto do executivo municipal".
in "Algarve Primeiro"
Na sequência de notícias vindas a público a propósito da comercialização de um mega projeto turístico e imobiliário, localizado na Praia Grande, no concelho de Silves, o Município de Silves, enquanto entidade pública com atribuições e competências em matéria de ordenamento do território e urbanismo, esclareceu em comunicado que o referido projeto turístico e imobiliário, que inclui três hotéis de 4 e 5 estrelas e seis aldeamentos turísticos, num total de 3997 camas e 184.064 m2 de área de construção, assim como um campo de golfe com 18 buracos, insere-se no âmbito da execução do Plano de Pormenor da Praia Grande, que foi aprovado por deliberações da Câmara Municipal de Silves e da Assembleia Municipal de Silves, em novembro e dezembro de 2007.
O mesmo comunicado revela ainda que em abril de 2011, a empresa “Finalgarve - Sociedade de Promoção Imobiliária e Turística, S.A.”, apresentou, junto do Município de Silves, uma proposta de reparcelamento para execução da Unidade de Execução 1 do Plano de Pormenor da Praia Grande, que possui uma área territorial de 105 hectares, e que prevê a construção de três hotéis e dois aldeamentos turísticos, num total de 1847 camas, um lote comercial e um campo de golfe.
Nesta sequência a Câmara Municipal de Silves decidiu, em agosto de 2011, "dar início à execução do Plano de Pormenor da Praia Grande, e aprovar uma operação de reparcelamento/loteamento do solo em novembro de 2012, e aceitado por deliberações de 11 de setembro de 2013 e de 09 de julho de 2014, os projetos das obras de urbanização para execução da Unidade de Execução 1".
Paralelamente, em outubro de 2013, a autarquia acrescenta que "foi emitida pelo então Secretário de Estado do Ambiente uma declaração de impacte ambiental condicionada favorável, no âmbito do procedimento de avaliação de impacte ambiental do projeto", pelo que no decorrer destes factos, a “Finalgarve - Sociedade de Promoção Imobiliária e Turística, S.A.”, requereu, em 1 de julho de 2016, a emissão do alvará de licença urbanística".
Até ao momento, o referido alvará de obras não foi emitido, apesar da sua emissão consubstanciar um ato legalmente devido, atendendo ao conjunto de atos e decisões anteriormente tomadas pela Câmara Municipal.
Por outro lado, a autarquia diz no mesmo comunicado "que decorrem atualmente ações judiciais que contestam a legalidade do Plano de Pormenor da Praia Grande, dos termos de execução da Unidade de Execução 1 desse plano urbanístico, e da declaração de impacte ambiental, cujo desfecho incerto pode influenciar o projeto urbanístico, ainda que, até ao momento, não tenha havido qualquer ordem judicial de suspensão dos atos de aprovação praticados".
O atual executivo municipal permanente confirma que "não se revê no conteúdo do Plano de Pormenor da Praia Grande, defendendo, antes, um projeto diferente e sustentável, que vá ao encontro do turismo de natureza, em detrimento da construção em massa, implicando a destruição de zonas sensíveis do ponto de vista ecológico".
Finalmente é descrito no mesmo documento, que neste processo decisório, onde já existem compromissos urbanísticos assumidos por anteriores executivos, participam igualmente os vereadores não permanentes, "que têm tido uma opinião e um sentido de voto maioritário distinto do executivo municipal".
in "Algarve Primeiro"
sábado, 8 de abril de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Revalidar a carta de condução aos 65 anos
Recentemente alguém resolveu deliberar que para renovar a Carta de Condução, passaria a ser dispensável o até aqui exigido atestado médico. Agora, surgiram por aí uns especialistas,que se lembraram de criar e baptizar um pomposo plano denominado de “PENSE 2020”, o qual obriga os condutores com 65 anos ou mais que queiram revalidar a sua carta de condução, a terem que frequentar uma acção de formação obrigatória. A medida consta na proposta do Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária e tem como finalidade - segundo os ditos cujos - fazer baixar a sinistralidade rodoviária.
Ainda segundo estes “especialistas”, pretende-se com esta medida, que as pessoas com 65 anos ou mais tenham aulas para "actualização obrigatória de conhecimentos".
Pergunta-se:
Actualização de conhecimentos ou mais um saque ao bolso do contribuinte?!... É que se fôr para “sacar mais algum” ainda se percebe – embora devessem chamar o boi pelo nome. Agora para actualização de conhecimentos!... Conhecimento da realidade é o que falta a esta gente.
Ora vejamos:
Basta pesquisar o Relatório da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária publicado em 2015 – o de 2016 ainda não se encontra disponível - para se chegar à conclusão que estamos na presença de um excelente trabalho, esmiuçado com vários gráficos que escalpelizam e tipificam os acidentes e atropelamentos por dia da semana, por hora e por condições atmosféricas.
Uma análise muito bem feita e onde constam os múltiplos acidentes por classe etária. E sendo assim, vamos então aos números ali produzidos:
- Classe etária dos 20 aos 24 anos - 4788 acidentes;
- Classe etária dos 25 aos 29 anos – 4644 acidentes;
- Classe etária dos 30 aos 34 anos – 5025 acidentes;
- Classe etária dos 35 aos 39 anos – 5585 acidentes;
- Classe etária dos 40 aos 44 anos – 5167 acidentes;
- Classe etária dos 60 aos 64 anos – 2558 acidentes.
Agora vamos às classes que deverão ter formação:
Classe etária dos 65 aos 69 anos – 1996 acidentes;
Classe etária dos 70-74 – 1630 acidentes;
Classe etária com mais de 75 anos – 2164 acidentes.
Dito isto, os números valem o que valem!... É natural que depois dos 65 anos os condutores sejam sujeitos a rigorosas inspecções médicas e a partir dos 80 às ditas acções de formação para avaliação das suas capacidades.
Mas se olharmos atentamente os números que “são deles”, é na faixa dos 20 aos 44 anos onde residem o maior numero de acidentes. E sendo assim pergunta-se:
O que se deve fazer a esta gente para baixar a mortandade nas estradas?!... Em que planeta vivem estes chamados especialistas?!...
Porque não exigir isso sim a tal formação obrigatória a condutores que possuam um cadastro que a justifique, e um quadro de honra para os cumpridores pelo seu exemplo?!...
Será que, com o velho argumento da segurança, o loby das escolas de condução continua a fazer o que quer para ganhar dinheiro à custa dos outros?.
Assim, muita gente, em vez de ser avaliada dos seus conhecimentos sobre as regras rodoviárias, é pura e simplesmente obrigada a ter uma frequência de aulas de que não estava provado que precisaria.
Ainda segundo estes “especialistas”, pretende-se com esta medida, que as pessoas com 65 anos ou mais tenham aulas para "actualização obrigatória de conhecimentos".
Pergunta-se:
Actualização de conhecimentos ou mais um saque ao bolso do contribuinte?!... É que se fôr para “sacar mais algum” ainda se percebe – embora devessem chamar o boi pelo nome. Agora para actualização de conhecimentos!... Conhecimento da realidade é o que falta a esta gente.
Ora vejamos:
Basta pesquisar o Relatório da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária publicado em 2015 – o de 2016 ainda não se encontra disponível - para se chegar à conclusão que estamos na presença de um excelente trabalho, esmiuçado com vários gráficos que escalpelizam e tipificam os acidentes e atropelamentos por dia da semana, por hora e por condições atmosféricas.
Uma análise muito bem feita e onde constam os múltiplos acidentes por classe etária. E sendo assim, vamos então aos números ali produzidos:
- Classe etária dos 20 aos 24 anos - 4788 acidentes;
- Classe etária dos 25 aos 29 anos – 4644 acidentes;
- Classe etária dos 30 aos 34 anos – 5025 acidentes;
- Classe etária dos 35 aos 39 anos – 5585 acidentes;
- Classe etária dos 40 aos 44 anos – 5167 acidentes;
- Classe etária dos 60 aos 64 anos – 2558 acidentes.
Agora vamos às classes que deverão ter formação:
Classe etária dos 65 aos 69 anos – 1996 acidentes;
Classe etária dos 70-74 – 1630 acidentes;
Classe etária com mais de 75 anos – 2164 acidentes.
Dito isto, os números valem o que valem!... É natural que depois dos 65 anos os condutores sejam sujeitos a rigorosas inspecções médicas e a partir dos 80 às ditas acções de formação para avaliação das suas capacidades.
Mas se olharmos atentamente os números que “são deles”, é na faixa dos 20 aos 44 anos onde residem o maior numero de acidentes. E sendo assim pergunta-se:
O que se deve fazer a esta gente para baixar a mortandade nas estradas?!... Em que planeta vivem estes chamados especialistas?!...
Porque não exigir isso sim a tal formação obrigatória a condutores que possuam um cadastro que a justifique, e um quadro de honra para os cumpridores pelo seu exemplo?!...
Será que, com o velho argumento da segurança, o loby das escolas de condução continua a fazer o que quer para ganhar dinheiro à custa dos outros?.
Assim, muita gente, em vez de ser avaliada dos seus conhecimentos sobre as regras rodoviárias, é pura e simplesmente obrigada a ter uma frequência de aulas de que não estava provado que precisaria.
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
O pensamento reflexivo Máximo de um taxista Minímo!
Frase contributo vital para uma campanha de desprestigio que o folclore mediático adora e do qual não pode prescindir para sobreviver, custe o que custar aos visados. Por ele, muito obrigado snr Máximo, ou será Minímo?
Teria sido mais simples, mas muito menos eficaz, gritar: Uber for ever!
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sexta-feira, 23 de setembro de 2016
terça-feira, 23 de agosto de 2016
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