O défice de participação da sociedade civil portuguesa é o primeiro responsável pelo "estado da nação". A política, economia e cultura oficiais são essencialmente caracterizadas pelos estigmas de uma classe restrita e pouco representativa das reais motivações, interesses e carências da sociedade real, e assim continuarão enquanto a sociedade civil, por omissão, o permitir. Este "sítio" pretendendo estimular a participação da sociedade civil, embora restrito no tema "Armação de Pêra", tem uma abrangência e vocação nacionais, pelo que constitui, pela sua própria natureza, uma visita aos males gerais que determinaram e determinam o nosso destino comum.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
sábado, 26 de setembro de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Um recado...pela via da poesia de Drummond de Andrade, para os responsáveis da autarquia...
O prejuizo causado às pessoas e à economia local pela incúria e incompetência da CMSilves na prevenção do problema dos mosquitos e na anedótica resposta que deram ao evitável "ataque aéreo" que fustigou os locais e os turistas, bem podia ser inspiração de um poeta local. Na sua falta, Carlos Drummont de Andrade, dá um jeito....
Satânico é meu pensamento a teu respeito
E ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão
Numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem
A noite era quente e calma
E eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente
Te aproximaste
Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu
Sem o mínimo pudor!
Percebendo minha aparente indiferença
Aconchegaste-te a mim
E mordeste-me sem escrúpulos.
Até nos mais íntimos lugares
Eu adormeci.
Hoje quando acordei
Procurei-te numa ânsia ardente
Mas em vão.
Deixaste em meu corpo e no lençol
Provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite
Esta noite recolho-me mais cedo
Para na mesma cama, te esperar
Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força
Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos
Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.
Só assim, livrar-me-ei de ti... [(mosquito filho-da-puta!) ]
Carlos Drummond de Andrade
Satânico é meu pensamento a teu respeito
E ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão
Numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem
A noite era quente e calma
E eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente
Te aproximaste
Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu
Sem o mínimo pudor!
Percebendo minha aparente indiferença
Aconchegaste-te a mim
E mordeste-me sem escrúpulos.
Até nos mais íntimos lugares
Eu adormeci.
Hoje quando acordei
Procurei-te numa ânsia ardente
Mas em vão.
Deixaste em meu corpo e no lençol
Provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite
Esta noite recolho-me mais cedo
Para na mesma cama, te esperar
Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força
Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos
Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.
Só assim, livrar-me-ei de ti... [(mosquito filho-da-puta!) ]
Carlos Drummond de Andrade
Etiquetas:
ambiente,
politica municipal
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Armação de Pera: depois da tempestada vem a bonança, mas...
As previsões apontam para que estas situações se repitam no futuro, com maior frequência e com mais intensidade.
Devemos continuar a insistir na ocupação da orla costeira, como o temos feito até agora?
Devemos continuar a insistir na ocupação da orla costeira, como o temos feito até agora?
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Dia Mundial do Saneamento
Mensagem do Secretário Geral da ONU
Todos os anos, mais de 800 mil crianças com menos de 5 anos morrem de diarreia desnecessariamente, mais do que uma criança por minuto. Inúmeras outras adocem gravemente, sofrendo consequências de saúde e de desenvolvimento a longo prazo. A falta de saneamento e de higiene são a causa principal. Em todo o mundo, perto de 2,5 mil milhões de pessoas não gozam dos benefícios de um saneamento adequado. Mais de um mil milhões defecam a céu aberto. Devemos quebrar os tabus e tornar o saneamento para todos uma prioridade do desenvolvimento global.
Esta primeira celebração oficial do Dia Mundial das Instalações Sanitárias pelas Nações Unidas é uma oportunidade para destacar este tópico importante. O saneamento é fundamental para a saúde humana e ambiental. É essencial para o desenvolvimento sustentável, dignidade e para a existência de oportunidades. A fraca qualidade da água e de saneamento custam cerca de 260 mil milhões de dólares por ano aos países em desenvolvimento, cerca de 1,5 por cento do seu Produto Interno Bruto. Por outro lado, cada dólar investido pode trazer cinco vezes mais de retorno por manter a população saudável e produtiva. Quando as escolas oferecem casas de banho decentes, há mais 11 por cento de raparigas a frequentá-las. Quando as mulheres têm acesso a uma retrete privada, são menos vulneráveis a sofrer agressões.
Apesar dos argumentos de cariz moral e económico para promover o saneamento, o progresso tem sido reduzido e muito lento. É por isso que este ano pus em curso o Apelo à Ação sobre o Saneamento com o objetivo de pôr fim à defecação a céu aberto até 2025 e para continuar o trabalho de iniciativas já existentes, tais como a aliança Saneamento e Água para Todos e a iniciativa “Saneamento Sustentável: Campanha Quinquenal até 2015”, ano em que se atinge o prazo para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio.
Falta-nos percorrer um longo caminho para alcançar a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio de reduzir para metade a proporção de pessoas sem saneamento básico adequado. Temos urgentemente de redobrar os nossos esforços e trabalhar em conjunto para obter resultados rápidos e tangíveis. Ao olhar para além de 2015, é essencial que o saneamento seja colocado no âmago do quadro de desenvolvimento pós-2015. As soluções não têm que ser caras ou de cariz tecnológico. Existem vários modelos de sucesso que podem ser replicados e aumentados. Devemos também trabalhar para educar as comunidades em risco e mudar as perceções culturais e práticas de longa data que não têm lugar no mundo moderno.
Ao trabalhar em conjunto – e por ter uma discussão franca e aberta sobre a importância das casas de banho e do saneamento – podemos melhorar a saúde e o bem-estar de um terço da família humana. Esse é o objetivo do Dia Mundial do Saneamento.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
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